2006-06-21

mais um proscrito pela Congregação da Doutrina da Fé

Con un gran número de seguidores tras sus conocimientos sobre mística de las religiones, el alemán Willigis Jäger habló ayer en el Ateneo Jovellanos de Gijón sobre «La irrupción a nuestro ser verdadero». Monje benedictino, maestro zen y maestro de contemplación.

-¿Qué significa experiencia transpersonal?

-Nuestra personalidad es un logro de la evolución, pero al mismo tiempo significa una limitación. Nuestra conciencia tiene que ampliarse. Nos hemos desarrollado desde una conciencia prehomínida y de allí evolucionamos hacia una conciencia mágica, luego mítica, luego mental racional, pero no podemos quedarnos ahí.

-¿Qué es ese ahí?

-Provenimos de un paraíso en el que alguna vez nos sentimos en una unidad simbiótica con la naturaleza, y lo que llamamos pecado original no es otra cosa que el haber desarrollado la conciencia individual fuera de esa simbiosis. Pero, apenas salimos de ella y pudimos decir tú y yo, empezó a matar Caín a Abel. Desde entonces nuestra especie no ha hecho otra cosa que matarse mutuamente y eso se ha agravado muchísimo. Hemos llegado a un punto donde no sabemos cómo va a seguir esto. En el siglo pasado se mataron mutuamente cien millones de personas y ninguna moral surtió efecto.

ler a totalidade da entrevista aqui

11 comentários:

  1. Caminhar na fronteira do diálogo inter-religioso, sobretudo com o mundo oriental, tem feito as suas vítimas. O medo ao panteísmo e ao monismo; ou a tensão entre o centrípeto da religião e o centrífugo da espiritualidade...
    JS

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  2. Caro JS.

    Eu penso que o centro da actividade religiosa ou reúne o pessoal e colectivo ou coxeia andando às voltas sobre si própria.

    Isto é, o religioso funda-se no espiritual e este no religioso (Abraão não expulsa Moisés e vice-versa). Este é para mim o sentido cristão do cristianismo, passe a redundância... Senão, estou feito ao bife ;)

    Bem, é verdade que ainda não adquiri o Debray... Fica para as férias... ;)

    Abraço.

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  3. Ah, pois... Derivei um pouco para apanhar anterior conversa... mas o diálogo inter-religioso... bah, questões políticas... as religiões não dialogam, só as pessoas o fazem... pois, tá bem, tá bem, o Debray... vamos lá ver se esclareço o meu deficit de religiosidade...

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  4. Caro Vítor

    Claro que tens razão: uma não existe verdadeiramente sem a outra. E, no entanto, não se trata de uma relação pacífica. E ainda bem, digo eu... :)
    JS

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  5. Quanto ao diálogo ser propriedade das pessoas, não das religiões, achegue-se: a comunidade religiosa é mais que a soma de indivíduos; da massa faz corpo. Sujeito, portanto...
    JS

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  6. Pois... Mas não pode essa massa alienar a pessoa individual... Nem toda a institucionalização é corpo vivo... Aqui, com esta conversa, muitas vezes é disfarce para Moisés expulsando Abraão... Ou melhor: Moisés sendo expulso e substituído por um clone qualquer... ;)

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  7. Sim, Vítor, esse tem sido o grito desde a modernidade. Mas surge a questão do outro lado: um indivíduo pode ser verdadeiramente pessoa sem comunhão? Institucionalização é limitação, via encarnação. Que não é confundível com suas deturpações...
    Abraão cortou com o seu povo, para dar origem a um novo povo. Sem Moisés, Abraão não existia (na história, na memória, na linhagem).
    JS

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  8. O problema não é Moisés, mas o seu clone... :P

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  9. O problema também não é Abraão, mas o seu clone... :)
    JS

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  10. That's a great story. Waiting for more. film editing classes

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