2006-08-22

ambivalência da religião

El Dios de la auténtica experiencia religiosa cristiana no es, por otra parte, el Dios que se muestra celoso y rival de lo humano. Ni es el Dios enemigo del juego y de la fiesta que, según Juan de la Cruz, el Espíritu Santo hace en el alma [10]. Es un Dios, por tanto, que infunde felicidad y plenitud y que, por ello mismo, desencadena en el sujeto un deseo de bien y contento para todos los que le rodean. En el interior del sujeto, su imagen está elaborada desde las pulsiones de vida, es un “objeto bueno”, amoroso, fuente, por tanto, de gratitud y no de envidia, resentimiento o rencor.
El amor, sin embargo, es una realidad ambigua como pocas. Y poco términos tan equívocos como el de amor. En su nombre se cometieron atropellos de todo tipo. También en nombre del amor cristiano. Porque el amor puede ser iluso, posesivo, infantilizante, dominador. Es importante, pues, discernir el tipo de vínculo amoroso que circula por los campos de la religión. Porque también en ellos puede anidar, camuflado, el germen de la violencia y la destrucción.


Carlos Domínguez Morano - Ambivalência de la religión

6 comentários:

  1. Ou como dizia o outro "nem tudo o que luz é ouro".

    Falta à Igreja, às religiões este permanente confronto. Em que Deus crêem. Quais as consequências disso?
    Não um eterno julgar o "mundo". Lá "fora" é tudo mau. Cá "dentro" é tudo bom.

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  2. Oi, mana, bom dia, bzzzzzzzzz!

    Falta? Como falta, se elas nascem e se constituem precisamente nesse confronto?... Tendem é a recalcar o seu sentido originário, como todo nós, pois claro.

    Bjocas.

    PS: O sentido originário não é algo de histórico que esteja "lá para trás", mas o motor da cena, tal como a amizade numa relação de amizade, não é o primeiro momento mas o fundamento e orientador de todos, mesmo ou até sobretudo, quando estamos chateados com o amigo (neste caso, a igreja, as religiões... bem, e já estou a baralhar o discurso ;)

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  3. Como é evidente, não estou a comentar o Carlos, que lerei mais à noite...

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  4. A religiâo sempre será ambigua, por isso eu nâo estou aí. Gosto de uma FE clara e de revelaçâo, mas que nâo tenha nada que ver com religiâo.

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  5. Luís Enrique,

    a religião é ambígua como a própria vida (o Homem) é. Não vejo como sair disso. Eu também gosto de uma fé clara. Ainda não a encontrei. Não sei a que chamas revelação. A mim a revelação consola-me.Porque não é algo acabado, finito, mas à medida dos meus passos.

    Percebo muito bem a tua tensão entre religião e fé. Creio que é impossível viver sem ela.

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  6. " O que é essencial na religião é a relação do homem com um Desconhecido transcendente, e que a fé chama Deus; a capacidade do homem transcender esta mesma relação, por cima daquilo que é mensurável ou tangível. O homem tem muitas relações na sua vida; destas relações, as mais marcantes - com o pai, a mãe, o irmão, a irmã, etc. - definem a sua vida. Mas se a primeira de todas, a relação com Deus, não é boa, as outras tendem a segui-la."

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