2006-09-07

relação em crise

A minha alma sempre me deu problemas - insatisfeita, insatisfeita, insatisfeita. O corpo não. Temos tido uma boa relação. O que ele me pede dou, e o que lhe peço, também corresponde (quase sempre). Agora está assim; armado "em cão com pulgas."

4 comentários:

  1. MC:

    Afinal fazes-me concorrência. Com a ironia, lá vamos falando de coisas muito sérias; nossas e dos nossos irmãos.
    Um corpo "armado em cão com pulgas" é o remate ideal para concluires o que te vai...na alma.

    Beijos com sorrisos á mistura.

    Alberto Albertto.

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  2. O nosso corpo é a nossa alma... qual cão com pulgas...qual nada!

    Quando muito um cachorrinho ternurento e inquieto que ás vezes nos esquecemos de alimentar!!

    Carinho, (muito) e muito cuidado com esse cachorrinho que é o noso corpo - a vida...
    E perante o sofrimento, todos somos meninas ( ou meninos) um pouco perdidos. Mas não estás sózinha, conceição, sabes isso.Não tentes aguentar sozinha, agarra nos agasalhos todos, nos amigos todos, nos amores todos de que te puderes resguardar.
    Tu e o teu cachorrinho que precisa de todos os cuidados...hão-de livrar-se das pulgas!!!
    ( Nota - e as histórias não se repetem, Okey? Esquece os fantasmas das histórias de outros. E muitas têm um final feliz. Mesmo no IPO )

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  3. Alberto Albertto,

    pois... também andas a escrever "histórias caninas" ;)

    beijos para ti, também.

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  4. bluesmile,

    estava a fazer género, mulher! Mas queres que te troque por "miúdos"?
    Não me parece que precises...

    Obrigada, (que é generalizado), pelo carinho.

    Não estou a fazer filmes nenhuns futuros, com argumentos do passado, que ainda não tive bem tempo para isso.

    Já disse para mim mesma e a duas ou três pessoas, que este, não era de todo, tempo para um imprevisto destes (como se houvesse tempo para estas coisas...), mas como dizia o outro:"é a vida..."

    Só que não me consigo impedir de reviver, acontecimentos tão trágicos e dolorosos, para mim e para a minha família. Eu não sou nada agarrada ao passado, nem anseio mais do que a conta, pelo futuro, mas há marcas que nos marcam.

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