2008-06-01

a Bíblia


A propósito de uma discussão no Trento, e desafiada pela Zazie, a responder a algumas questões sobre a Bíblia, aqui ficam algumas considerações sobre a mesma. Neste texto manifesto, sobretudo, a minha posição de crente em Deus revelado, também através da Palavra humana.

A Igreja Católica e a Bíblia

O Concílio Vaticano II, na Constituição Dogmática "Dei Verbum", diz no nº 11:"As coisas reveladas por Deus, contidas e manifestadas na Sagrada Escritura, foram escritas por inspiração do Espírito Santo...Todavia, para escrever os livros sagrados, Deus escolheu e serviu-se de homens na posse das suas faculdades e capacidades, para que agindo Ele neles e por eles, pusessem por escrito e como verdadeiros autores, tudo aquilo e só aquilo que Ele queria."

12 - Como, porém, Deus na Sagrada Escritura falou por meio dos homens e à maneira humana, o intérprete da Sagrada Escritura, para saber o que Ele quis comunicar-nos, deve investigar com atenção o que os hagiógrafos quiseram realmente significar e que aprouve a Deus manifestar por meio das suas palavras.
Daqui se deduz claramente que a Bíblia não é para ser lida em sentido literal e fora do seu contexto de "história da salvação". Devem atender-se aos estilos literários, contextos históricos, sociais etc. Como diz o Concílio:"Deve ser lida e interpretada com o mesmo espírito com que foi escrita" (História da salvação)

A palavra Bíblia provém do grego "biblfon" ("livro"); sendo um plural deveria traduzir-se por "livros". A Bíblia é uma colecção de livros que forma sendo escritos ao longo de 1.100 anos. Sendo os primeiros textos escritos por volta do séc X a.C. e os últimos cerca do ano 100 d.C.

Divide-se a Bíblia em duas grandes partes: o Antigo e o Novo Testamento. A palavra "testamento" é a tradução latina do grego "diatheke" e do hebraico "berit" (aliança). Porque a grande "mensagem" da Bíblia é a história da salvação. Nela se retratam as grandes alianças que Deus foi estabelecendo com a humanidade. Desde Noé, Abraão, Moisés...até Jesus Cristo (a Nova e eterna Aliança). É patente nos vários livros, que da parte de Deus a Aliança é sempre renovada e actualizada. Da parte dos homens inúmeras vezes quebrada.

A Bíblia, palavra de Deus.

Deus comunica-se. Comunica-se de muitas, variadas e insuspeitas formas. Comunica-se também pela Palavra. A Bíblia é a história de Deus que se faz Palavra. Não se esgotando nessa forma de comunicar. É também a história de um Povo que se descobre amado, querido por Deus e que O escuta e O revela.

O Antigo testamento (e também o Novo, mas já lá vamos), não recolhe toda a produção literária, legal, histórica, educativa do antigo Israel. Para a compilação dos livros que compõem o A.T. foi tido em conta o que era mais significativo para apresentar a "história da salvação".
A selecção de textos feita pelos judeus foi um processo longo. Não nos é possível aferir de forma clara quais foram os critérios usados para determinar se determinado livro era ou não inspirado por Deus. A título de exemplo, alguns grupos não aceitavam os livros escritos em grego como sagrados.
Para os cristãos, definir o cânone dos livros inspirados foi ainda mais difícil. Uns queriam apenas aceitar o cânone reduzido dos judeus, outros queriam um cânone mais alargado, porque os achavam importantes para a teologia e para a piedade. Foi o Concílio de Trento que aceitou definitivamente o cânone alargado.
Em toda a Bíblia, mas falando ainda do A.T., é na maior parte dos casos, impossível atribuir um autor a cada livro.

No livro do Génesis, encontramos as interrogações que sempre atravessaram toda a humanidade: "quem é Deus","qual o seu papel na vida dos homens", "como se relaciona Ele com o Homem". "Quem é o Homem", "como se relaciona ele com Deus e entre si". "De onde vem o pecado, o sofrimento, o mal". Encontramos na antiguidade, textos parecidos com os compilados no livro do Génesis. São eles do antigo Egipto, da Mesopotâmia, Babilónia...etc. Temos, portanto, que o Génesis não foi um livro escrito com principio meio e fim, sendo de um único autor. Mas uma compilação que pretendia revelar o fim a que se destinava (destina): a criação, a origem do Homem, o pecado, o sofrimento, a Aliança.

Novo Testamento ou "Nova Aliança"

O N.T. nasce da transmissão da fé no Ressuscitado, pelos testemunhos vivos dos Apóstolos. São eles que dizem:"O que vimos e ouvimos, isto vos transmitimos." Não pretendem eles, ser relatos fiéis, cronológicos e históricos dos acontecimentos. Todos eles são já, fruto das dificuldades e da reflexão teológica, das primeiras comunidades. No Evangelho de João (sem podermos comprovar que foi escrito pelo apóstolo João) que foi o mais tardiamente escrito, é muito clara essa reflexão teológica acerca de Jesus.

No livro do Apocalipse (um livro belíssimo) encontramos um discurso profético, dando alento à Igreja já imersa em dificuldades. Não é um livro de condenação, antes um livro de esperança e de luz.

Na estruturação do cânone bíblico, foram tidos em conta a reflexão teológica, doutrinária, apologética da Igreja desses tempos. Acredito que muitos mais textos fossem revelação de Deus. O cânone foi estruturado por homens, não por anjos. Em Cristo, Deus experimentou a condição humana, nas suas fraquezas e glórias. Na Palavra que nos quis comunicar, sujeitou-se a todos os condicionalismos experimentados pelos homens. Se a Bíblia desta forma, já se nos torna difícil de descodificar, imaginemos Deus revelar-Se tal qual é! E pensemos que as coisas mais simples, são as que temos mais dificuldade em ver.

72 comentários:

  1. Bom texto, MC.

    É muito complicado estudar-se o sentido original dos textos sem se saber hebraico ou mesmo aramaico.

    De qualquer forma nunca entendi bem porque motivo os protestantes acabaram por retirar vários livros da Bíblia em pleno século XVIII.

    Quero dizer- acaba por ser uma contradição tardia para quem depois a lê literalmente.

    (um dos aspectos mais curiosos referentes à Bíblia é a gigantesca informação histórica que fornece.
    Grandes descobertas têm sido feitas pelos arqueólogos com base nela.

    No entanto, a propaganda acéfala do ateísmo militante nem isto sabe. Chegam a dizer que a Bíblia não é um livro histórico, reduzindo os 73 livros ao primeiro e ao último (que, como é óbvio nunca poderiam ser testemunhos de quem assistiu ao início e ao fim do mundo).

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  2. “Chegam a dizer que a Bíblia não é um livro histórico”

    A sim claro que sim. A national geografic, a discovery etc ja fizeram algumas descobertas com base nos evangelhos que mais metro menos metro mais aqui ou ali batem de certo modo certo com aspectos da algumas descobertas arqueologicas, descritas no NT, no terreno. Quanto a ser livro historico e ser levado a sério por historiadores só pr brincadeira ou desconhecimento da realidade. Os historiadores da epoca e pós epoca passaram todos ao lado das questoes da biblia tanto de jesus com outras.ate mesmo o flavio josephus diz umas coisas mas nunca presenciou nada. Os historiadores romanos idem, é so ouvi dizer, e em resumo de meia duzia de linhas. Todos os historiadores fazem grandes estudos a partir da biblia, so da vontade de rir.
    Onde é que a biblia é um livro de rigor historico. quem escreveu a biblia tinha fé, não rigor cientifico. por isso o genesis foi desmentido pela ciencia, a teoria ptolomaica do geocentrismo foi desmentida pelas teorias cientificas de copernico e galileu do heliocentrismo. os restantes livros não se podem sequer submeter a análise cientifica são so pura fé nem contendem sequer com a realidade fisica mas metafisica, os evangelhos é pura fé.

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  3. Claro que não é para educar estas bestas como o Anonymous.

    Esses são analfabrutos que nem sabem sequer o que é um documento histórico, quanto mais as enormes descobertas arqueólógicas com base na Bíblia.

    Gente desta que se fique por papaguear o que dizem os guros analfabetos à Fiolhais e Tretas.

    Por mim nunca suportei um ignorante que faz luxo nisso.


    Ò animalóide: como é que tu, minha grande beste, querias que o Início do Mundo pudesse ser desmentido por um ser humano?

    ès capaz de explicar ó grande mongo?

    Tu és mais um fanático bimbo que nem entende que a única coisa que a Ciência pode fazer é mostrar como funcionam as coisas- já que o domínio ontológico lhe está vedado por mera petição de princípio- ciência é saber como funcionam as coisas e verificação experimental de teorias.

    Como é mais que óbvio, ó minha besta- nunca poderia validar relatos de tradição oral, universais, míticos, cuja leitura tem de ser outra- e isso fazem os que estudam o sentido dos mitos- Quando até são os mitos que existem no nosso inconsciente. E sem eles nem existíamos- nem pensamento havia- nem sonho- morria-se.

    Mas tu, como és uma besta ignara nem consegues atingir outra coisa mais simples- ó animal- a Bíblia é composta de 73 livros- o Génesis é apenas um deles.

    Percebeste mongo?

    Acho que não. Porque os mongos não percebem- limitam-se a papaguear mitos e palhaçadas que acreditam por darem crédito a outros mongos.

    Até estou a preparar mais um post para dedicar ao reino da macacada- naõ é a ti- é aos teus patrões.

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  4. Estes mongos deviam limitar-se a teclar no jardim zoológico para os primos.

    Cambada de bestas anormais que andam por aqui à solta.

    Eu cá chumbava todas esta mongalhada. Os animais são fanáticos. São os novos inquisidores. Cambada de ursos que até são capazes de negar descobertas arqueológicas só por causa do fanatismo da religião ateia.


    Não te encergas ó grunho? não enxergas que és mais um fanático que faz precisamente o mesmo que condena ao passado da Inquisição religiosa?

    Não percebes- não entendes que te fizeram a cabeça com pancadas?

    Não enxergas que qualquer pessoa normal não tem pachorra para andar a aturar os traumas dos outros?

    Porque é que não vais antes bater punhetaS a grilos em vez de te masturbares em blogues de crentes, meu caralho mal fodido?

    Nem para enrabar grilos o levantas?

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  5. Sorry MC...

    ":O?

    Não sei como é que ela atura esta bodegada toda a pastar no jardim...

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  6. Calma lá fale usando a razão pois para moga voce ja demonstrou bastante. Mas nem todos os leitores usam viseiras laterais.

    “querias que o Início do Mundo pudesse ser desmentido por um ser humano”

    No inicio não, mas agora sim e isso so prova que ha mentiras na biblia portanto use-a como historia de um povo nos seus costumes e com o seu deus, use-a para saber os nomes daqueles locais na epoca mas não a use cientificamente, voce nem sequer conhece ou leu nada de gulherme de ockam. Burrice isso cura-se sabe leia mais

    ter cerebro é uma coisa maravilhosa todas as pessoas deviam ter um

    Vamos la a ver se voce percebe, é impossível exigir rigor histórico por exemplo na narrativa do Gênesis no capitulo sobre adão e eva. É mais de um relato de diferentes tradições populares.

    Mais de um povo e de uma religião têm seus livros sagrados. São notáveis, por exemplo, os hindus com os seus Vedas, livros famosos por veneranda antiguidade, nos quais se encontram elementos de rara beleza espiritual. Mas não passam essas obras de livros humanos, onde, na verdade, brilha a reflexão e a sabedoria de homens iluminados por luz interior.

    Mas tratando-se de História, nem tudo o que está na bíblia pode ser considerado com rigor e verdadeiro . Mas isso não é um problema para os “ateus militantes”, (sempre adorei pessoas que em vez de argumentos usam chavões, psicologicamente isso denota alguma coisa)pois a bíblia não foi escrita com a preocupação de comprovar historicamente tudo o que aconteceu no passado. Por outro lado, não podemos dizer que ela é um amontoado de fantasias. A bíblia é uma fonte documental para os historiadores não tanto para sabermos quando ou como as coisas aconteceram, mas para verificarmos costumes, relações de poder, aspectos culturais e estruturas de pensamento dos povos antigos. por exemplo naquela zona do medio oriente e sobretudo os hebreus.

    Mas voltando a biblia, os capítulos iniciais do gênesis, que são na bíblia uma espécie de pré-história sem as características do rigor histórico tem mais a ver com meditação sobre a acção de deus na criação do mundo e do homem, o gênesis relata toda a criação realizada por deus em 6 dias. adão e eva são os primeiros habitantes do mundo, eva deu à luz caim e abel. caim matou abel. E depois? Como aconteceu o povoamento do planeta? O gênesis não responde. E por quê? Porque não é este o objetivo do texto. Na verdade, há uma lacuna, uma sucessão temporal perceptível, mas não mencionada. Não responde, nem apresenta respostas para os fosseis encontrados que relatam evolução e modificação. Segundo a biblia nos fomos criados tal qual somos e deus não criou nenhum macaco. Pois é este é um dos problemas.

    Este é um problema para “nós”, mas não era de modo algum para os hebreus contemporâneos à composição do texto. Esta é a questão, o sentido espiritual do texto é mais importante que qualquer intenção de comprovação histórica, ou pelo menos, de uma narrativa historicamente coerente. Assim, os primeiros capítulos do Gênesis evidenciam como a relação harmônica e directa entre os homens e deus foi rompida pela vontade do homen e quais foram as suas consequências. Portanto, é o sentido religioso que importa. E neste caso, o rigor científico nem deve ser considerado.

    Voce é das tais que nem espremidas da caroço nem sumo.

    Va va la para o seu pasquim ou se fica por aqui evite citar-me

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  7. Estes caralhos são mesmo um bando de mongos que até mete dó. É que papagueiam todos a mesma ladainha.

    Os animais nem sabem o que é a Bíblia. Toda a história do povo de Israel foi reduzida ao Génesis- por estas bestas.

    Ò pascácio- alguma vez estudaste as civilizações pré-clássicas?

    Sabes como é que se provou a existência da torre de Babel, por exemplo? sabes como se comprovou a veracidade dos relatos bíblicos em comfronto com os testemunhos escritos da Suméria?

    Não sabes, pois não, animal- tu és apenas um analfabruto que em vez de cavar batatas anda a teclar.

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  8. voce não tem vergonha de ser tão burra e não saber dizer coisa com coisa nem que seja meia duzia de alinhavados.
    tenha vergonha do que escreve

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  9. ò animal, eu contigo nem vou perder tempo. Preferia dialogar com um gorila.

    Contigo era descer demasiado baixo.

    Eu atiro-me apenas às vedetas que dizem essas mesmas imbecilidades mas com tachos nos jornais e armadas em VIP.

    A macada menor, passo.

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  10. de uma torre de babel precisavas tu.
    ao menos sente a tua ignorancia e não desvies

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  11. ò animal- bota aí as descobertas arqueológicas que estavam erradas e que foram feitas com base na Bíblia.

    Vá, pagava para ver. Onde é que estudaste civilizações pré-clássicas?

    Nalguma universidade para retardados mentais?

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  12. acho bem que ao menos tenhas sentimentos e sintas a tua propria imbecilidade
    sabes tenho mais que fazer que aturar parvas

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  13. Um cajado por essa peida acima a ver se não dizias essas imbecilidades em trinados de passarinha, meu grande panasca.

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  14. descobertas arqueologias erradas? voce é mesmo imbecil nem sabe ler o que eu escrevi sua iletrada

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  15. va para um cursinho de novas oportunidades

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  16. Estás-te a vir, ó animalóide inútil?

    Não tens um grilo a quem tocar uma?

    Cá pra mim tens é fetiche com roupa interior de fradinho e andas aqui a ver se ainda te aparece algum que te trate por trás.

    Que isso pela frente, já deu para ver que deve estar com caruncho do tempo do Génesis.

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  17. Porque é que v,s têm sempre tendência para acumular é que me intriga. Nunca lhes basta ser bodes com traumas de orfandade do demo.- ainda têm de ser mongos e analfabrutos.

    Como se uma pessoa tivesse culpa que estes animais tivessem deixado de mijar nos finados e beijar o cu ao demo nos sabaths.

    Agora mijam nos blogues, os cabrões.

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  18. E andam para aí desencabrestados e a largarem caganitas por todo o lado.

    Então não tens a associação? o bode Esperança não chega para os sabaths?

    Ide para a associação bodegal que aí é que estão bem.

    Tadinhos- a lamberem-se muito por serem umas minorias tão desprezadas. A gente tem cá uma peninha destes cagots. Como se não soubessemos onde é que estes animais estão sempre que há atrocidade histórica- da comuna de Paris, aos sovietes e aos nossos mata-frades, é ver se os cabrões são umas alminhas puras...

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  19. adora a tua escrita de imbecil ora continua la. qualquer pessoa que continue a ligar-te fica imbecilizada ja reparaste no que tu escreves? não tens vergonha?

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  20. tu es das que não evoluiste mesmo nadinha. nasceste baixa e continuas e conntinuaras baixa e rasca

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  21. Bem... sorry again, MC...

    Isto há-de ser preciso pachorra de santo e eu cá não nasci com asinhas nem auréola.

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  22. Vais ficar aí a cagar o blogue sozinho, panascóide grunho e sem nick. És mesmo um caso de absoluta negação de paternidade.

    Um ateuzinho fantasma e sem verga.

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  23. não, tu ja cagaste tudo, fizeste por aqui tanta borrada e disseste tanta m.... que qualquuer pessoa se sente enojada so de te ler. vai la em paz e limpa-te bem

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  24. não, tu ja cagaste tudo, fizeste por aqui tanta borrada e disseste tanta m.... que qualquuer pessoa se sente enojada so de te ler. vai la em paz e limpa-te bem

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  25. Eu não tenho nada contra a ignorancia, mas para esta analfaburra iletrada que anda para aqui a dizer patacuadas, baboseiras, burrices, ofensas,, bacoradas, imbecilidades e não tem vergonha do que diz e escreve e não tem mais nada naquela caixa craneana do que a caspa que lhe entra para os neuronios pela raiz do cabelo, ao menos podia conhecer, eu não vou tão longe ao ponto de dizer que a bilia não tem razão em tudo mas a imbecil acha que a biblia é uma fonte historica com rigor, para ver se varre um pouco daquela caspa ate poderia ler uma ou outra obra diferente para se cultivar e saber as coisas mesmo que se mantivesse na imbecilidade. Mas digo eu deixo –lhe aqui em vez de palermices, burrices, bacoradas etc. um resumo de uma obra,

    “A biblia não tinha razão”

    No decorrer dos últimos anos, debater a verdade histórica da Bíblia voltou a atrair as atenções fora do círculo dos especialistas. Em A Bíblia não tinha razão, os arqueólogos Israel Finkelstein e Neil Ascher Silberman recolocam o debate na perspectiva correcta, construindo o que outros cientistas já definiram como a mais profunda e elaborada síntese entre as Sagradas Escrituras e a arqueologia realizada no último meio século. Para chegar a esse resultado, os autores avaliaram as escavações e os documentos históricos das descobertas mais recentes, comparando-os ao texto da Bíblia. Trata-se de uma obra provocadora sobre Israel e seus vizinhos nos tempos bíblicos. Factos históricos, como o êxodo do Egipto, a conquista da Terra Prometida e a formação do império de Davi e Salomão correspondem, segundo os autores, à visão dos redatores dos textos sagrados, que, tendo vivido num período posterior, não necessariamente descrevem os fatos com precisão. A Bíblia não tinha razão expõe com rigor científico os motivos ideológicos que levaram à criação do mais importante e influente texto religioso da humanidade, a Bíblia. ISRAEL FINKELSTEIN é diretor do Instituto de Arqueologia Sonia e Marco Nadler, da Universidade de Tel Aviv, em Israel. NEIL ASCHER SILBERMAN é diretor de interpretação histórica do Centro Ename de Arqueologia Pública e Apresentação do Legado Histórico, na Bélgica, além de contribuir regularmente como editor para a revista Archeology.
    ISRAEL FINKELSTEIN é director do Instituto de Arqueologia Sonia e Marco Nadler, da Universidade de Tel Aviv, em Israel.

    NEIL ASCHER SILBERMAN é diretor de interpretação histórica do Centro Ename de Arqueologia Pública e Apresentação do Legado Histórico, na Bélgica, além de contribuir regularmente como editor para a revista Archeology

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  26. ò Animal, tu és mesmo um caso perdido de papagaio.

    Então tu não sabes, ó minha besta, que o Finkelstein escreve isso em resposta ao aproveitamente sionsita?

    Poruqe os caralhos dos sionistas é que usam os textos sagrados para validarem ocupações bem terrenas e actuais?

    E que essa merda em nada toca nas escavações feitas em toda a Mesopotâmia e na comparação entre os relatos bíblicos- de dinastias, palácios, cidades, personagens históricas e que isso sim é que é verdadeiro?

    Tu querias 1600 anos de história realatados por fotografia e documentação precisa, minha besta?

    E explica lá quais foram os acontecimentos negados nesse texto que copiáste,meu palerma.

    Explica.- diz lá, animal mongo.

    Foi o relato do Nabucodonosor?

    Deve ter sido é a tua nabice que nem sabe que o Finkel é um anti-sionista que chateia a medula a esses oportunistas pencudos.

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  27. bem,

    as caganitas servem para adubar o jardim. Fica o mau cheiro durante um tempo...mas depois passa.

    Imagino que nas várias escolhas dos textos bíblicos, se iniciasse cada sessão com uma oração, se terminasse de igual modo, mas no intervalo dessas duas acções muito sopa devia rolar. Imaginemos que o mesmo se passa por aqui no jardim. :)

    Zazie,

    ainda voltando ao processo de escolha dos textos e ainda no caso judeu, para além de não quererem aceitar os textos gregos como inspirados, os fariseus (uma classe entre os judeus e os responsáveis pelo último cânone judaico)não quiseram incluir os livros 1º e 2º Macabeus (incluidos no nosso cânone) por discordarem da política dos Macabeus.

    É muito importante referir, que havia de certeza, muitos mais escritos portadores da "história da salvação" mas que não chegaram até nós.

    Quanto ao cânone do A.T. cristão-
    como já referi no texto acima, havia uma divisão de opiniões. Uns queriam apenas o cânone reduzido dos judeus outros o cânone mais alargado (e foi esse que prevaleceu), foi no séc. XVI, nas igrejas reformadas de Lutero, Calvino, Zwingli) que começaram a considerar que alguns textos admitidos pelos católicos (os tais textos em grego), não se igualando aos aceites pelo cânone judaico, eram porém uma leitura útil e boa. Note-se que aqui a grande questão, devia prender-se com o que eles claramente identificavam como textos inspirados e outros para os quais, tinham mais dificuldade em atribuir essa significação.

    Hoje esses livros até aparecem nas Bíblias protestantes mas assinalados como "deutero-canónicos".

    As igrejas Síria, Copta, arménia, etíope, admitem o cânone alargado tal como os católicos.

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  28. O animal é tão bimbo que se limitou a pegar num texto que apenas refere o aproveitamente ideológico dos sionistas.

    Onde é que está a negação das descobertas arqueológicas, mongo?

    Cita lá uma factual. Vá, queria ver onde é que tu estudaste pré-clássicas, grande grunho.

    Nem sabe quem é o Finkelstein.

    Olha, atreve-te a dizer isso ao da Rua da Judiaria que vais logo para o Index. E`proibido citar-se judeus qeu desmontam montagens políticas do sionismo.

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  29. Pois é, MC. Os protestantes retiraram esses livros.

    Eu não posso ter qualquer opinião acerca da pertinência. Eles são puristas e, se pudessem, só com gravação das palavras directas de Deus é que acreditavam.

    O exemplo serve apenas para a contradição (no Trento) de, por um lado se recusar toda a heurística em torno dos textos sagrados e, por outro, terem sido eles quem a fez, para excluir uma série de textos sagrados.

    Sorry pelo resto mas este bode anda para aqui a espinotear a dizer baboseiras.
    Deve dar adubo demasiado sulforoso...

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  30. Olha aqui ó monguito.

    O Finkelstein na shit list dos "self-ahting jews. Claro, então depois de ter escrito aquele livro da "indústria do Holocausto" bem que o lixaram.

    E foi apenas a estas questões perfeitamente laterais de oportunismo político que ele se referiou- meu grande palerma.

    Nada disso nega a historicidade da Bíblia nem põe em causa uma gigantesca verdade- as grandes descobertas arqueológicas foram feitas com base nela.

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  31. voce não entende mesmo nada, Ó sua burra a biblia é fonte historica de que? não lhe disse ja.

    se voce for fazer a historia do medio oriente vai dar credibilidade a biblia ou pode usa-la e servir de comparação porque foi a historia oral reduzida a escrito por escrivas de um povo dessa mesma região.

    A reconstrução das circunstâncias histórico-sociais que condicionam o escritor bíblico e sua mensagem é tarefa fundamental. Depreende-se da perspectiva de que o sentido de sua mensagem está incontornavelmente preso às circunstâncias histórico-sociais em que escreveu. Seu texto é produto histórico-social, condicionado por todas as implicações que tal caracterização implica, deve-se dar toda atenção possível à tarefa da reconstrução do momento e lugar em que se deu a produção do texto a interpretação histórico-social das escrituras comporta-se como um fenómeno religioso, investe-se de um olhar e um acto de fé, o texto das escrituras é resultado de um processo de revelação e inspiração percebe o que é isto? Nicles

    A interpretação histórico-social não prescinde do evento , não o substitui pelo texto, como se a intenção lhe bastasse, o que pretende, desde o início, é ouvir, é compreender desde as circunstâncias condicionantes em que o evento se deu. Nesse sentido, não é a letra que lhe interessa, mas a vida registrada na letra, o acontecimento histórico-social consignado no texto, o estudo crítico bíblico tem mostrado que os livros históricos transmitem textos onde não existe o rigor histórico moderno, estão muito mais preocupados com a transmissão de determinadas ideologias, às vezes sacerdotais, às vezes proféticas e às vezes ligadas à realeza, o povo transmitia as façanhas de Israel sobretudo de forma oral, dinâmica. Nesse processo de transmissão

    Na história deuteronomística,por exemplo, o profeta é o personagem mais importante, estamos diante duma historiografia profética. Em âmbito largo, evidencia-se pelo papel que o profeta desempenha, por exemplo unge Saul , informa que o trono não lhe pertence mais , unge Davi determina quem construirá o templo e repreende o monarca, Todas as sociedades sentem falta de pessoas inspiradas, com índole profética, precisamos de gente com coragem de denunciar, na situação concreta em que vivemos, a nossa distância da lei divina, homens e mulheres que saibam ler o passado e jogar luz para o futuro. Quem faz isso na Bíblia é o profeta. Fonte historica?

    Bem mas isso ja eu disse que era a historia de um povo que nem assim se pode levar com rigor historico, mas enfim ha gente mesmo iletrada ou não le o que se escreve. Sabe que mais voce queria discutir era o sionismo, mas sabe a mim nem ideologias nem chavoes me afectam sou imune so não são imune a razão.

    Va tirar um cursinho

    é burra de mais para perder tempo consigo.

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  32. Zazie,


    penso que o Lutero (e consequentemente as igrejas da Reforma), enxofrado com algumas situações a que tinha chegado a Igreja, talvez quisesse chegar a uma pureza de revelação (como tu dizes, com gravações em alta fidelidade se possível) e daí ter querido ater-se apenas ao cânone judaico.
    O Bernard Shaw tem uma ideia bem engraçada e eficaz, que exemplifica o que acontece quando queremos passar de um estágio de conhecimento a outro. Geralmente, borramos tudo. Misturamos conhecimento novo com velho. Ou deitamos fora o velho e ainda não estamos bem firmados no novo.

    Na fé, isso acontece com muita frequência.

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  33. Zazie,

    mas ainda voltando às "literalisses"...nem todos os protestantes o fazem. Há exegetas muito bons de confissão protestante que o não fazem. O curioso é que eles "trabalham" muito mais a Bíblia que os católicos, que são mais terços e devoções. Estou a falar "grosso modo", claro. Na história da exegese bíblica também há muitos bons católicos.

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  34. Pois o canon e a escolha dos textos sagrados e ninguém se lembra da vulgata latina do papa damaso e s. jeronimo , o qual ficou perdido diante da grande variedade dos textos, pelo que assim se expressou:
    “A verdade não pode existir em coisas que divergem”

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  35. Essa citação do Bernard Shaw foi bem metida.

    É verdade que eles trabalham melhor a Bíblia.
    Mas eu interesso-me por outra coisa- pela forma como uma religião conseguiu entrosar-se com a tradição pagã e popular. E sem isso não tinha chegado até hoje.

    Até porque quem estuda a iconografia religiosa depara com as maiores contradições e sátiras que a podiam colocar em causa.

    Mas não havia esse temor nos tempos mais antigos. Por isso é que eu costumo dizer que sou pré-trentina.

    Pré-trentina e grande admiradora deste Papa, se calhar porque as coisas não são assim tão diferentes.

    Quando andei "on the road" a estudar o património foi essa noção de enorme sentido na vivência do povo mais esquecido que a religião tem que mais me impressionou.
    E isso vê-se nas ilhas, por exemplo. E o que me inquieta é este ateísmo balofo e estúpido que por pura paranóia deseja secar tudo à sua volta para depois enfiar o povo em centros comerciais ou em frente ao televisor.

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  36. olha...

    O sacana do musaranho voltou a apanhar-me o Zé Grandão.

    ehehe

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  37. Estes caralhos com a verdade até metem raiva.

    Que raio é a verdade, ó toino. O mais que existem são certezas e mesmo assim nem essas são "certas".

    Estes gajos andam a ficar cada vez mais burros.

    E isto tudo porque andam para aí uns idiotas a doutrinar a mongalhada para depois sacarem tachos.

    Um dia destes tenho de fazer fogo conjunto com o Dragão e mais o José da GL contra este ateísmo rasca e jacobino.

    (e eu até respeitava os ateus, antes de deparar com esta bimbalhice na blogosfera. Assim não dá... isto é pior que comunas com tatuagem de amor de mãe/Guiné 69/Avante 75...

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  38. mas gramei o mongo a citar o Finkelstein sem saber que esse até já foi considerado negacionista

    ehehehe

    Eles nem sabem o que papagueiam.
    São analfabrutos ressabiados. E geralmente vêm de dentro- são mal-arrependidos.

    Como se a Igreja tivesse culpa de uma gajo ter sido encornado apesar de ter casado pela igreja. Ou que outros tarados tenham dado em bodes só para serem aceites no clube.

    E se não pingasse nada a ver se bodegavam. O tanas. Pinga, pois. E andam muitos nisto a ver se apanham a boleia.

    Eu bem sei como funcionam as ONGs

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  39. “pela forma como uma religião conseguiu entrosar-se com a tradição pagã e popular. E sem isso não tinha chegado até hoje.”

    Coisa dificil, a partir do concilio de niceia em que passou a oficial, isso estava previsto, romanizou-se, helenizou-se, enfim camaleonou-se. E por isso incorporou as tecnicas pagas, não ostracizou ninguém senão não tinha sobrevivido

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  40. A coisa que mais gramava era apanhar um destes mongos ao vivo. Palavra.

    Tenho azar porque nunca vi uma besta destas. É que eu gostava que um animal destes dissesse que a Bíblia não é fonte histórica ou que negasse todas as descobertas arqueológicas feitas com base nela.

    Uma besta que dissesse isto nem o primeiro ano do curso de História podia ter.

    Se há questão obrigatória é esta. Porque é impossível estudar-se as civilizações da Mesopotâmia sem se saber como foram confrontadas as fontes.

    O gajo deve ter curso de culinária. O cabrão do bode ressabiado.

    E sabe a Bíblia de cor. E passa o dia abuzacado num blogue de crente.

    São masoques, os idiotas

    ":O)))))

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  41. "mas gramei o mongo a citar o Finkelstein sem saber que esse até já foi considerado negacionista"

    o engraçado o bicho e´que voce não nega nada do livro voce so usa linguagem de lota.
    Por exemplo o codigo de humarabi existiu é citado como fonte de direito nessa area,
    As leis de moises, alguém as viu ou onde são citadas que não em moral

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  42. ò animal- o que é que tu estudaste da Alta Idade Média?

    Alguma vez estudaste, a sério, o início da formação da Europa?

    Eu nem vou continuar porque, se há coisa que não gosto é de bater em ceguinhos.

    E muito menos esnobar. Tenho o meu blogue onde divulgo estudos para quem quer. É à borla, o que por lá deixo é sempre acompanhado de bibliografia.

    (quantos anos de estudo profundo imagina esta besta que é preciso para se falar de alguma coisa? O tipo imagina que isto é tudo byte. Basta ir ao Google e teclar "a Bíblia não fala verdade" e já está).

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  43. Alguma vez estudaste, a sério, o início da formação da Europa?
    ah ah ah vamos afgora falar de pepino o breve

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  44. E vou indo.

    Acho piada porque qualquer ateu que não seja um retardado ressabiado e mongo até vai ao Cocanha.

    E o Sir Francis Burnay, que é ateu militante, vai lá há anos. E já tivemos longos debates.

    Mas esse é Sir, não é uma besta analfabruta como este bode.

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  45. Um bom pepino estás tu a precisar num sítio que eu cá sei...

    É mesmo coisa de falta de pepino...

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  46. olha que se da / deu bem com papaas

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  47. Esta mongalhada dantes era mais útil. Cavava e não bufava. Agora acham por aprenderem s desenhar umas letras e terem um computa já sabem ler..

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  48. bem esta ensianr historia e historia das religioes ao papa

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  49. meu deus tende piedade

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  50. Alguma vez leste o Giordano Oronzo?

    Claro que não. O tipo só lê o que o professor tretas diz.

    E o professor tretas só diz disparates. Que isto de ateus anda muito mal servido. Cada um que aparece é mais nabo que o anterior.

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  51. Vai lá treinar o isqueiro para a onda ao Tretas

    ehehe

    Eu não sei do que andam as televisões à espera para filmarem uma dessas cenas macacas.

    O professor Tretas em viagem, com a mongalhada atrás, mais a aboborinha para fazer sapateado e tudo para provarem a inexistência de Deus à custa de umas poias de pinguim...


    ":O?

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  52. Dava um programa de entretenimento melhor que os do Goucha.

    Este deve ir de pau feito a segurar a cauda ao ludovainas

    eheh

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  53. o varina a como esta o kg do peixe

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  54. o minhas caras voces não sabem nada tirando essa capa de arrogancia é usar a tecnica socratica finge te de ignorante para ver o que elas sabem e veras que sabem meia duzia de banalidades

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  55. O murcho é que fica sempre para último

    ":O))))

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  56. O que eu gostava de apanhar uma besta destas ao vivo.

    Mas nada. Nem em conferências científicas eles bufam.

    E o murcho bufa baixinho para não levar no toutiço por qualquer colega. Que já escreveu para aí imbecilidade em jornal que até mete dó.

    Nem a comunidade científica reconhece valor ao Fiolhais, apenas dentro da ciência, quanto mais quando a usa para vender jacobinice.

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  57. o entrosamento da fé no Deus único, com os cultos pagãos já acontecia antes do cristianismo.

    Eu acho que mais uma vez serve a citação do B. S., os cultos antigos passaram a ser vistos numa dimensão nova.

    Essas coisas sempre conviveram mais ou menos bem e vêm até aos nossos dias. Com muita facilidade se vê, tradições pagãs a conviverem com a fé religiosa.

    De vez em quando aparecem uns puristas a tentar frear a coisa, mas não têm muito sucesso.

    Eu já me arrepelei mais com essas situações, hoje faço mais "vista grossa" e é o que acabam por fazer muitos padres que nesses locais deixam o povo seguir com as suas tradições centenárias. Porque esses processos não devem ser feitos por decreto. Caso contrário lá se vai a criança com a àgua do banho.

    Deve haver alguma historiografia nesse sentido. Não é do meu conhecimento.

    Depois, infelizmente, a Igreja Católica investe muito pouco na cultura e no conhecimento histórico. Era preciso que surgissem pessoas com amor à Igreja e conhecimento, para fazerem esse trabalho.

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  58. ao vivo minha cara preferia uma peixeira apesar de voce não desmerecero epiteto é suja demais para eu me sujar tanto ficava impregnado de fedor para toda a vida. ao menos tire alguma conclusão do velho filosofo que eu citei ou então de um nosso conterraneo, assenta-lhe que nem uma luva. e va la continue a vender peixe que tem futuro

    És uma pessoa instruída,
    És um doutor/a; em resumo:
    És um limão, que espremido,
    Não dá caroços nem sumo.

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  59. e escusa de me convidar para ir ao cocanha esta farta de vir aqui fazer-me publicidade.

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  60. Por acaso tenho uma ideia bem mais positiva dos servidores da Igreja.

    Isto porque, de facto, calcorreei Portugal inteirinho, incluindo Madeira e Açores e tive que tratar com muito eclesiástico.

    O que penso é que não existe ponte entre o que é do âmbito da religião e o que é cultural.

    Há o trauma dos mata-frades. E há um gigantesco desinteresse pelas tradições populares.

    Mesmo aqui, na blogosfera, pouco se fala nisso. E eu até penso que a blogo é um bom local para se fazerem pontes que de outro modo são difíceis de conseguir.

    Mas faltam programas culturais. Tirando o Saraiva não há mais nada. Qualquer festa popular é mal noticiada nos telejornais e passa completamente despercebida ao lados dos concursos ou da bola.

    Por acaso até andei "à coca" a ver que jornal é que falava do Dia do Corpo de Deus.

    As tradições populares ainda estão bem vivas e o tema da coca e do combate do S- Jorge com o Dragão é muito importante na nossa história.

    Praticamente nenhum falou disto.
    O nosso "cosmopolitismo" é muito mais novo-riquismo que outra coisa. E sem amor às raízes não há nada- só pode haver desenraizamento. Os espanhois sempre cuidaram melhor do que é deles do que nós. As nossas igrejas estão fechadas. Vai-se a qualquer terra e não se pode ver nada. Há coisas espantosas como os tectos mudejares da matriz de Caminha que ninguém conhece.

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  61. Mas, como estava a dizer, tenho muito boa impressão de muitos responsáveis religiosos.

    E agora até o Patriarcado tem andado a organizar conferências bem interessantes.

    Como digo- o que não é divulgação nos media. Porque aí é que os idiotas jacobinos têm peso. E preferem vender ideologia a informação cultural. Sempre com a pancada dos perigos de se tocar na puta do laicismo.

    Que mais não é que a cultura abastardada e sem sentido.

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  62. Por falar nisso, tenho de botar post a anunciar a bugiada.

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  63. queria só dizer que acho bonito ver a mc e a zazie a darem-se bem! eu q sou praticamente um gajo de 'terços e devoções' encaracolava-me todo de ver tanta desiconoclastia entre as duas. Mas deixem-me que lhes diga: arranjaram aí um anónimo-ateu-objecto que faxavor! meninas! eheh

    beijos às duas, e um especial à MC, pq esta casa é dela e não me metia com ela há carradas de tempos!

    antónio (ddr)

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  64. (“o entrosamento da fé no Deus único, com os cultos pagãos já acontecia antes do cristianismo.”)

    Pois ja, ate foi no egipto que um farao procurou impor essa modalidade religiosa e espiritual num so deus, so que teve que enfrentar o poder dos sacerdotes e quando ele morreu tudo voltou ao dantes

    Quanto ao canon ha aqui quem não tenha entendido nada do que eu pretendia ao citar damaso, s. jeronimo e a verdade. disse eu:

    “s. jeronimo , o qual ficou perdido diante da grande variedade dos textos, pelo que assim se expressou:
    “A verdade não pode existir em coisas que divergem”

    Eu referia-me a historia da escolha dos evangelhos canónicos.

    Dâmaso, foi eleito o Pontifex Maximus o sumo sacerdote oficial dos mistérios! Desde que Roma era considerada a cidade mais importante do mundo, alguns cristãos olhavam para o bispo de Roma como bispo dos bispos e cabeça da igreja. Isto produziu uma situação única. Um homem era agora olhado como cabeça tanto pelos cristãos como pelos pagãos. S. Jerónimo transferindo-se depois para a Palestina , com o intuito de levar uma vida de ascetismo e de estudo, estendeu o mesmo trabalho de paciente revisão, baseado no original grego, aos livros do Antigo Testamento; mas, tendo terminado um parte deles, sobretudo os Salmos, que passaram depois à Vulgata, compreendeu que prestaria um serviço muito melhor à Igreja, fazendo um nova versão directamente do texto hebraico. Com bagagem de cultura literária incomum (hebraico, aramaico e grego), com óptima preparação e excelentes critérios, Jerónimo pôs mãos ao árduo trabalho. Começou por corrigir em roma, a convite do papa Dâmaso os evangelhos latinos, auxiliado para isso pelos melhores códices gregos.

    Os quatro evangelhos que foram redigidos no primeiro século. Segundo os teólogos, não foram ditados pelo Mestre, pois este fazia-se acompanhar por discípulos mas parece que ainda não tinham intenções de jornalistas ou de escrivas redigindo a letra o que ouviam e viam no momento e são relatos orais compilados nos primeiros séculos. Na realidade eles são relatos compilados, primeiro oralmente, e posteriormente escritos no primeiro século mas foram compilados ou seleccionados, como sendo os Evangelhos Canónicos, no final do século quarto, por São Jerónimo, cumprindo ordens do Papa Dâmaso, tarefa essa difícil para São Jerónimo, que já tinha sido o autor da Vulgata Latina (uma tradução para o latim da Bíblia escrita em meados do Século IV que foi usada pela Igreja Católica e ainda é respeitada) O qual ficou perdido diante da grande variedade dos textos, pelo que assim se expressou: “A verdade não pode existir em coisas que divergem”, como se lê no prefácio feito por ele no original da Vulgata.

    Os Evangelhos foram escritos no primeiro século, porém foram as polémicas orais, a partir dos segundo, terceiro e quarto séculos, que determinaram a sua escolha, e lhes deram cara. Jerónimo ao traduzir a Vulgata, distinguiu entre os livros canónicos e os eclesiásticos (que eram os apócrifos), e essa distinção acabou por conceder-lhe uma condição de canonicidade secundária. O Concílio de Trento reconheceu-os como canónicos, embora os reformadores tenham rejeitado tal decreto.

    Essa confusão toda dos escritos é oriunda justamente das discussões orais que tiveram início antes e principalmente depois do polémico Concílio de Niceia , e que na altura preocuparam o imperador Constantino com a bagunça que estavam gerando e tentando precaver-se das divisões nefastas para o império de um cisma. Coisa que no futuro veio mesmo a acontecer na historia da igreja, mas a partir do qual nunca mais, até hoje, a Igreja teve sossego com as questões relacionadas com a Tese Ariana, ou seja, a contrária a divinização de Jesus, a consequente instituição da Santíssima Trindade e a mais discutida, ainda, do Espírito Santo, o que redundou em interpolações e cortes de textos sagrados, para se adaptar a Bíblia às decisões do conturbado concílio de Niceia e outros, como o de Constantinopla, cujo objectivo confirmou muitas das decisões daquele. Mas teve um mérito deu certeza doutrinal, protegendo a doutrina católica do perigo de ser contaminada pelas heresias. Contemplando também época da patrística ou dos textos primitivos dos pais da igreja. E contribuiu também para a prazo estabilizar o império romano.

    A adaptabilidade dos livros sagrados ao cânon era um processo longo que exigia a sua conformidade e estudo conforme diversos parâmetros , como o teste da autoridade do escritor, os livros deviam dar uma prova intrínseca de inspiração divina e por fim o veredicto das igrejas quanto a natureza canónica. (ou integridade, genuinidade, veracidade) A formação do novo testamento como livro foi demorada mas nunca deixou de existir a crença como livro de fé e apostólico.

    A palavra cânon não se aplicou à colecção dos livros sagrados antes do quarto século. Mas existia, a noção, isto é, que os livros sagrados eram regra de fé, contendo a doutrina apostólica.

    Citando um documento:

    (“Del canon de la sagrada Escritura
    [Del mismo decreto y de las actas del mismo Concilio de Roma]
    Asimismo se dijo: Ahora hay que tratar de las Escrituras divinas, qué es lo que ha de recibir la universal Iglesia Católica y qué debe evitar.
    Empieza la relación del Antiguo Testamento: un libro del Génesis, un libro del Exodo, un libro del Levítico, un libro de los Números, un libro del Deuteronomio, un libro de Jesús Navé, un libro de los Jueces, un libro de Rut, cuatro libros de los Reyes, dos libros de los Paralipóntenos, un libro de ciento cincuenta Salmos, tres libros de Salomón: un libro de Proverbios, un libro de Eclesiastés, un libro del Cantar de los Cantares; igualmente un libro de la Sabiduría, un libro del Eclesiástico.
    Sigue la relación de los profetas: un libro de Isaías, un libro de Jeremías, con Cinoth, es decir, sus lamentaciones, un libro de Ezequiel, un libro de Daniel, un libro de Oseas, un libro de Amós, un libro de Miqueas, un libro de Joel, un libro de Abdías, un libro de Jonás, un libro de Naún, un libro de Abacuc, un libro de Sofonías, un libro de Agéo, un libro de Zacarías, un libro de Malaquías.
    Sigue la relación de las historias: un libro de Job, un libro de Tobías, dos libros de Esdras, un libro de Ester, un libro de Judit, dos libros de los Macabeos.
    Sigue la relación de las Escrituras del Nuevo Testamento que recibe la Santa Iglesia Católica: un libro de los Evangelios según Mateo, un libro según Marcos, un libro según Lucas, un libro según Juan.
    Epístolas de Pablo Apóstol, en número de catorce: una a los Romanos, dos a los Corintios, una a los Efesios, dos a los Tesalonicenses, una a los Gálatas, una a los Filipenses, una a los Colosenses, dos a Timoteo, una a Tito, una a Filemón, una a los Hebreos.
    Asimismo un libro del Apocalipsis de Juan y un libro de Hechos de los Apóstoles.
    Asimismo las Epístolas canónicas, en número de siete: dos Epístolas de Pedro Apóstol, una Epístola de Santiago Apóstol, una Epístola de Juan Apóstol, dos Epístolas de otro Juan, presbítero, y una Epístola de Judas Zelotes Apóstol [v. 162] .
    Acaba el canon del Nuevo Testamento.”)

    O cânon cristão da Igreja católica foi se fixando paulatinamente, sob a influência de Tertuliano. Em princípio, o cânon católico contém todos os livros contidos na Vulgata Latina. Não sem muita polémica, o cânon da Igreja católica se definia no Concílio de Cartago. Ganhou carácter definitivamente claro, por definição do Concílio de Trento, ao estabelecer como "sacros e canónicos" todos os livros da Vulgata Latina.

    E era esta a minha “verdade”

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  65. Olá, António dos terços e devoções :)

    Há carradas de tempos que não falamos, não.

    A Palavra é viva e eficaz. Até conseguiu pôr-nos (a mim e à Zazie)em diálogo. Muito mal irá o mundo se duas mulheres não se entenderem. E com o anónimo ateu apaixonado por este cantinho, vai longa a conversa.

    beijos para si também. E desfaça sempre que eu gosto.

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