2008-07-07

ainda a propósito de úteros e maternidade:

Vinha confuso com os papéis. Eu, secretamente irritada com uma medida governamental, para a qual não consigo descortinar a bondade - a apresentação periódica para os desempregados.
Insistiu para que visse o mísero valor de subsídio de desemprego a que tinha direito. E foi acrescentando:
- O que me preocupa são os dois filhos menores que tenho ao meu encargo - e, já quase na porta, sai mais um desabafo - a mãe foi embora. Deixou-me sozinho com eles.

Desejei que tudo corresse pelo melhor. E, interiormente, constatei que apesar de acontecer com maior frequência o inverso - pais que se demitem de o ser - nem por isso, me indignava mais o facto de ser uma mãe a fazê-lo. As razões dela, só ela e Deus talvez saberão. Mas não é pelo facto de se ter um útero e ter dado à luz, que a mulher é mãe. Os factores biológicos valem o que valem, mas não valem tudo.

31 comentários:

  1. Pois, mas o problema é outro- não é o dos homens fazerem de mães, é de a ética da virilidade tender a desaparecer.

    A ética da virilidade é um conceito que nada tem a ver com machismo mas que tudo tem a ver com "protecção" do clã acima de todas as coisas.

    E essa é noção que desaparece se um rapaz for educado como uma rapariga e uma rapariga como um rapaz (ainda que eu tenha a ideia que nós temos um espectro mais largado onde não se perde a feminilidade- no sentido de papel de mulher, enquanto que o deles é bem mais frágil e facilmente podem ficar "bananas".

    Um rapaz deve ser educado com a perfeita noção de família e de ter por sentido, achar que deve ser capaz de tomar conta dela sozinho, se for preciso.

    Se for preciso. Apenas isto. E sei que o resultado é excelente porque o tenho o exemplo entre "os meus".

    São preciosidades, esses homens. E as mulheres que os completam num outro sentido também.

    Raridades... cada vez mais raras, porque as pessoas são estúpidas e acham que se muda tudo por decreto sem se pagar a factura.

    ResponderEliminar
  2. (“a mãe foi embora. Deixou-me sozinho com eles.”)

    Será que este foi embora significa agora é tudo teu, arranja-te. Se for assim, é ja tribunal com ela, então isso faz-se, foge-se e deixa-se sozinho o pai com os filhos, e a contribuição para o sustento dos filhos, pensão de alimentos? (Se fosse um homem estava ja a perna com a justiça e a ser reclamada uma pensão de alimentos e possivelmente nem chegava a ver parte do ordenado, era logo penhorado na fonte) que muitas vezes ate é reinvindicado e serve para alimentar mãe e filho.

    Então igualdade é igualdade, sem cerimónias, ( os homens tem que ser sempre mais condescendentes? ) as razões dela só ela e deus as saberão, mas nós sabemos que os filhos não tem culpa dessas desculpas . Ou são só produto dos homens, ja que as “mulheres não se definem pelo utero”? enquanto mães sim, sempre.

    ResponderEliminar
  3. Zazie,

    eu acho que cada um devia ser capaz de tomar conta de si. Se isto funcionar, o resto também funciona.

    Sim, acho que o mundo feminino é muito rico. Como o conseguiram, não sei. :)

    Claro que os homens são mais frágeis. O importante é fazer de conta que é o contrário... ;)

    Os decretos não resolvem tudo, mas podem dar um empurrãozinho.

    ResponderEliminar
  4. sr vistas curtas.

    Não se impõe por decreto alguém a ser pai ou mãe. Mas pode-se e deve-se, legalmente impôr, que assumam a sua parte nas despesas de educação dos filhos. Tanto os homens como as mulheres. Mas não era isso que eu queria dizer. Isso é o menos...

    ResponderEliminar
  5. Mas nós não fomos feitos para nos aguentarmos sozinhos. E tanto é assim que sem família tudo acaba. Nem nascia ninguém se só vivessemos para cuidar de nós próprios.

    Era o máximo de egoísmo chegar-se a esse patamar. E eu penso que as lutas das causas fracturantes são a outra face do egoísmo do neo-liberalismo- "eu, porque sim, porque quero, que se lixem os outros ou quem apanhar com os nossos caprichos".

    É um facto que, no mundo moderno (que nós ainda não apanhámos em força) os horários de trabalho são incompatíveis com ter-se filhos na idade apropriada.

    E é por isso que é bom que um consiga aguentar a casa e até o outro, se for preciso parar de trabalhar para se poder ter filhos.

    E tenho este exemplo próximo, vivendo lá fora. Se não houver esta mentalidade numa relação a dois não há nada. Não há família, há cada vez mais gente sozinha e sem realizar nada.

    É claro que se pode dizer que a mulher pode fazer o mesmo. Mas não, não acredito muito nisso como norma ou como forma de educar. Uma mulher engravida, naturalmente precisa de dar de mamar e tudo o resto e é bom que tenha um parceiro que consiga aguentar o barco, nestas alturas.

    Nestas ou antes. Até para para a própria carreira ou estudos. Não é a família a aguentar os casais toda a vida. Se as pessoas se juntam essa noção de suporte recíproco e de capacidade de protecção por parte do natural espírito de virilidade é a melhor mais valia social. Porque já não há comunismo para sermos todos filhos do Estado.

    Mas as lutas da igualdade estragam isto e é por isso que anda para aí tanta gaja a chorar baba e ranho que já não há homens ou que estão casados.

    Se calhar é verdade. Os bons são apanhados logo. Porque empata para ainda se ter de tratar como filho ninguem precisa. para isso compra-se um ursinho de peluxe ou animal doméstico.

    ResponderEliminar
  6. Além do mais um homem fraco é um prepotente em potência. Nunca quis nada com homens fracos.

    Ao largo
    ":OP

    ResponderEliminar
  7. “sr vistas curtas.”
    Vistas curtas????
    e a senhora diz uma bacorada destas, contra isto zero.

    (“Mas não é pelo facto de se ter um útero e ter dado à luz, que a mulher é mãe.”)

    Porque sera que é mãe então.

    O resto que a senhora diz pouco me importa, o que vale para mim é a familia entenda-a como quiser.

    ResponderEliminar
  8. Nem li bem esse exemplo. Mas é claro que uma mulher que não cuida do filho que deu à luz é pura e simplesmente uma desnaturada.

    E é bom que seja ostracizada socialmente por isso.

    Isto é como os animais. Não há gata ou leoa a abandonar a cria. Se não temos modelos humanos, então imite-se os animais.

    C'um caraças. Como se alguém que anda grávida durante 9 meses ainda precise de dizer que foi outro o responsável e largar o filho que carregou.

    Isso é coisa desnaturada. E mais desnaturada que homem dar à sola, precisamente porque biologicamente eles não engravidam.

    A responsabilidade social é igual. A condenação de abandono idem, mas biologicamente uma mulher não pode nunca desculpar-se por um abandono do que deu à luz, dizendo que o pai que tome conta.

    Se o fizer não é digna do género a que pertecence. E ponto final.

    ResponderEliminar
  9. O que me preocupa são os dois filhos menores que tenho ao meu encargo - e, já quase na porta, sai mais um desabafo - a mãe foi embora. Deixou-me sozinho com eles.

    Isto é outra história. Não abandonou um filho à nascenaç. Eses abandono é que é criminoso.

    Agora se se pirou não sabemos os motivos. Ainda que também nada haja de digno em quem consegue separar-se dos filhos.

    Sei de quem conseguiu fazer isso para criar nova família. Por instinto de sobrevivência em arranjar novo parceiro e nova família.

    Não sei. Nunca o conseguiria fazer e nunca admitiria a meu lado um homem que não quisesse os meus filhos.

    ResponderEliminar
  10. Mas estas fufas que agora casam e depois se separam e quem acaba a ter de sustentar o filho é o gajo que deu o esperma é que é coisa abjecta e bem na moda.

    ResponderEliminar
  11. Zazie,

    (cá venho com a minha emotividade à flor da pele :)), não advogo que se ostracize ninguém seja por que motivo for. Condenemos o acto, não a pessoa.

    E gatas e leoas abandonam, sim senhor. O reino animal é feito de muita ternura, mas também do salve-se quem puder.

    Como eu dizia: não chega ter útero. Um homem dador de esperma, também não é necessariamente pai. É preciso a biologia, mas também os afectos, a racionalidade, o querer cuidar...

    ResponderEliminar
  12. "Um homem fraco é um ser prepotente em potência". Nem mais! Eu gosto de ser mandada. Por quem tenha autoridade para... o resto ponho-me a léguas.

    ResponderEliminar
  13. (“não advogo que se ostracize ninguém seja por que motivo for Condenemos o acto, não a pessoa.”)

    Uma nova formula de condenação ( moral ou legal), actos sem sujeitos, os actos é que são responsáveis não os sujeitos que os praticam, ou então os sujeitos coitadinhos serão vitimas da engrenagem, como no caso citado, condenemos o acto e ilibamos a pessoa, pois esta terá as suas razões, assim também eu gosto, vou já roubar um banco. Se condenarem o acto eu não me importo nada, se me ostracizarem também não, eu teria as minhas razões e sempre fico com o mérito bem guardado. Eu já tinha ideia que a ideia era esta. E vem no seguimento de outras coitadinhas como freirinhas que enfim passam parte da vida numa instituição da qual sabem as regras e aderiram de livre vontade, mas depois decidem pedir uma indemnização contra aquelas que a alojaram e foram suas companheiras parte da vida. Esta piedade bondosa, ( que no fundo só se defende quando é do nosso interesse ou nos beneficia) vem na esteira rousseauliana, (so que nesta época ignorava-se o papel dos genes e estes transmitem –se e portanto a personalidade não é uma folha em branco mas ja levam muita pre-formatação dos pais que se vai desenvolver independentemente da sociedade)mas enfim a culpa não é deles é da engrenagem,tudo boa gente, os seus actos são parte de uma culpa maior que é o sistema.

    É claro que a sociedade não pode obrigar ninguém a ser mãe, para citar o caso que levantou a discussão, pois este estado de mãe, para além de biologico e que é objectivo,"resulta do utero" e é por isso mesmo anterior a qualquer outro e sentido antes de qualquer outro, compreende também o lado psicologico, só que o psicologico não desculpa o biologico, a sociedade tem o dever e a obrigação de obrigar as mães, tal como os pais o que ja faz (progenitores ) a ser responsáveis pelos seus actos biologicos,se não voluntariamente então coercivamente, mesmo que tenham derivado de imaturidade, é preciso fazer-lhe sentir isso e não desculpar tudo, (por isso já tem havido avos a ser chamados a responsabilidade em vez dos pais) pois é isto que muita gente não ve, só ve o lado dos coitadinhos/as, e não as consequências dos actos de cada um e da sua responsabilização. E depois aparecem uns psicologos a justificar tudo e mais alguma coisa, como no caso do travesti no porto que coitado a culpa foi dele estar onde estava ou como se diz muito para justificar situações ocasionais, estava na hora errada no sitio errado, os “meninos” coitadinhos, infelizes, desestruturados sociais, não tem culpa a culpa é do sistema, e é este sistema de desestruturados sociais que no fundo ha quem apregoe como um modelo a seguir.

    A pessoa tem que sentir a ostracização da sua conduta (por parte da sociedade que reprova essas condutas pelos seus actos, a outra parte da sociedade pode bater palmas, como as claques de futebol.) num plano moral , e outro no legal, se houver lugar a condenação.

    É a fragmentação da comunidade, dos vínculos entre as pessoas, as famílias e os agrupamentos naturais e organizados que constituem uma comunidade, e pela afirmação de uma diversidade que se quer sem limites, de todo o tipo de pequenos agregados particulares e fictícios que se justificam por si, pela parcelização cultural, étnica, geracional, pela frivolidade e instantaneidade temporal, pela recusa geral de valores e significados permanentes.

    A construção do futuro não procede nem se alicerça em nada, apenas no postulado de que será diferente. O presente, a realidade, deixa de ter valor porque se exige a sua adequação ao futuro , o processo de negação do presente opera-se a partir do interior dos componentes de uma sociedade numa manifestação de autodissolução. A vontade de autodissolução é uma prova da angústia e do medo de se provar, de se testar a si própria e de cedência aos mitos do hedonismo , o corpo, o prazer, o estatuto social, o sucesso quantitativo, características exóticas numa atitude de deslealdade e negação civilizacional

    Sob uma aparente capa de diversidade e pluralismo, de tolerância e coexistência impõe-se uma identidade única que é a negação dos grandes espaços humanos , as comunidades em privilégio das identidades circunstanciais e forjadas, incapazes de serem algo mais do que um factor de desagregação onde quer que se manifestem. A ordem social implica deveres para o indivíduo, o cumprimento de regras por todos e cada um, enquanto o que se prossegue é o oposto, o indivíduo impõe as suas regras a uma comunidade, esta tem de cumprir e adaptar-se às reivindicações de cada um.

    Cada vez sinto mais admiração (pena) por estas mentalidades desculpabilizantes, compreensivas, e bondosas, de cada um fazer o que quer sem “ostracização”.

    ResponderEliminar
  14. Este comentário foi removido pelo autor.

    ResponderEliminar
  15. O problema não é esse. O problema é que se estabelecem escalas de vitimização, de acordo com ideologias e valor de propaganda para voto.

    E, neste caso, deu-se mais atenção à mulher, apenas por ser mulher, sem se ter dito absolutamente nada, acerca da situação e consequências para as crianças.

    Porque, se uma gaja é mãe e se acha que tem desculpar para tudo, só por causa do género ou do "machismo", então o que se diz dos mais indefesos em que nem se pensa, à custa destas escalas ideológicas?

    E isto é mesmo assim, mesmo que seja de forma inconsciente, as crianças não votam, não têm lobbies, não têm "ismos" de quem se lembre delas.

    Ficam como produto secundário de todas as "imancipações"- que se amanhem- muita sorte lá terão de estes adultos ainda as terem posto no mundo. Se calhar, a lógica é essa, de outra forma nem tinham nascido.

    Há sempre que agradecer.

    ResponderEliminar
  16. Mesmo aos que se baldam. Para não ferir susceptibilidades de adultos. Já que as crianças não botam textos em blogues nem escrevem nos jornais ou têm ONGs com dinheiros públicos para a propaganda.

    ResponderEliminar
  17. mas não se enervem, pela vossa rica saúde! :)

    beijos, antº

    ResponderEliminar
  18. é melhor não. A emotividade feminina deve ser usada para outros fins :)

    beijos

    ResponderEliminar
  19. Zazie, a mulher para ter direito de voto teve de o conquistar. Falando das mulheres não se esquecem as crianças. Quanto melhor for a saude emocinal, mental e física da mulher, melhor estão todos. também há ONG'S a proteger os direitos das crianças. são insuficientes, mas há.

    ResponderEliminar
  20. As crianças estão primeiro e o teu argumento limitou-se a dizer que esse não é o teu departamento.

    Ora se esse não é o teu departamento, então nunca podes pegar em exemplos de casos de vida de forma justa.

    Porque, se pegas neles, pela lógica da discriminação dos mais fortes sobre os mais fracos, neste caso eras obrigada a dizer que os mais fracos são as crianças fruto desse abandono é não a mulher que abandonou.


    Donde voltará sempre, até à exaustão, aquele exemplo da Helena que tu corroboraste- "não me meto na vida alheia e já vi bater forte e feio em crianças e não fiz nada".

    Ao que eu simplesmente respondo-

    quem vê isto e não faz nada, nem acusa, e até é capaz de justificar que as crianças precisam de um bom par de galhetas quando são levadas para centros comerciais, onde ficam histéricas- não pode defender nada tendo por pressuposto a sensibilidade pelos mais indefesos.

    .........
    E é por isso que todos temos de ser consequentes se queremos ter credibilidade. Quem não se mete em causas e não proselita sempre escapa melhor e não passa por hipócrita.

    Agora quem passa a vida a bater e a denunciar o machismo e o departamento infantil é para os outros, deixa de ter credibilidade para defesa de qualquer justiça.
    .........

    É que há um defeito humano que é lixado, cobra-se sempre mais aos que se apresentam mais puros.
    As superioridades morais dão muito trabalho. Não permitem cinismos. E caem em 3 tempos à primeira inconsequência,

    Não caem as tuas já, porque nem são muito elaboradas teoricamente. Mas as da Helena já nem se levantam.

    ResponderEliminar
  21. seria o Despastor, aquele Antº?

    se era uma grande beijoca.

    ResponderEliminar
  22. Ah, e perante crianças abandonadas pela progenitora metam o voto no cu.

    ResponderEliminar
  23. claro que era o despastor... :)


    calma, Zazie, calma. Senão tenho que criar uma ONG com a missão de: "Salvem a Zazie".

    Tens um péssimo hábito: andar a nomear pessoas que não estão envolvidas na discussão.

    Quanto ao que escrevo no blogue, não esgota o que é a minha vida. Se falo de algumas coisas, muitas mais são as que calo.

    e pronto!

    ResponderEliminar
  24. Maria?

    Mas eu não nomeei pessoas- dei um exemplo de alguém que não conheço do mesmo modo que tu deste de mim a propósito do mesmo. E eu também não estava presente.

    Muito menos te pedi batatinhsa pelo que fazes na vida.

    Acho que foi com este tipo de confusões entre o que é teórico e o que é pessoal que desatinámos há não sei quantos anos.

    Falei nisto comentando apenas o post e a resposta que me deste.

    Estão 3 personagens em cena- um homem no desemprego (pelo que entendi) os filhos à sua conta e uma mãe que se foi embora.

    E tu, disto tudo que estava em jogo só te lembraste da questão de paridade de responsabilidades e não te lembraste de referir que as principais vítimas desta historieta que postaste são as crianças.

    Apenas isto. Mesmo que fosse uma história fabricada, ia dar ao mesmo- Eu não quero saber da vida de ninguém.
    Já me basta a minha.

    ResponderEliminar
  25. Também não estou a dizer que a historieta foi fabricada (antes que venha mais essa confusão). Estou a dizer que a questão é essa no exemplo apresentado.

    E que as crianças são muitísimo mais vítimas e uma mãe que as abandona não tem nada a ver com a conquista de voto pelas mulheres ou com necessidade de boa "aura".

    Então os putos, precisam de quê? que esteja tudo na maior, caso contrário podem correr o risco de serem abandonados e ninguém os defende porque as vítimas são os que abandonam?

    ResponderEliminar
  26. É melhor ficarmos por aqui.

    Eu até soi rija em muita coisa e cínica em humor com outro tanto.

    Agora quando entram crianças a par de tretas de "ismos"- de feminismos, ou gayzismos ou qualquer outra treta da boca para fora, não fico muito bem humorada nem com pachorra para ser simpática.

    Ainda por cima, para quem chora tanto a vitimização da Esmeralda que tem tanta a gente a querer tomar conta dela... e estes o inverso, e a Esmeralda é que é um caso de levar às lágrimas...

    Essa é outra pancada que nem com o Tim entendi.

    Se calhar sou eu que tenho excesso de racionalidade

    ResponderEliminar
  27. Bem, mas para não se desatinar para aqui por tão pouco e fazer um dramalhão à custa do que nem se sabe nem vale a pena.

    As pessoas falam assim, tanto podem dizer que se foi embora como sinónimo de trocou-me por outro e o "abandono" cai sempre melhor se for dos filhos.

    bah... se não deu na tv, não há-de ser nada. Que isto agora funciona assim.

    ":O))))

    ResponderEliminar
  28. E muita sorte temos todos que o obriguem a apresentar-se no centro de abono.
    De outro modo, tomava-lhe o gosto e ainda ganhava por fora para sustentar amante.

    ":OP

    ResponderEliminar
  29. gostei de ter ler, zazie.
    não pareces interessada em seres "moderna" - e isso é?; apenas lúcida e verdadeira contigo própria.
    e isso é raro.

    ResponderEliminar
  30. zazie, com tempo ainda te falo nestes assuntos, agora vou cuidar do jardim a sério.

    ResponderEliminar