porque a luz deserta e limpa me reúne [Sophia de Mello Breyner]
2008-12-27
condição - clandestino
Depois do esforço para passar incólume ao assédio de abraçar "alguma causa nobre", coisa pequenina com que se pretende travestir o natal, delicio-me com os "Deolinda" e o seu "Clandestino". Atrevo-me a nomerar, assim, o amor. Clandestino. Não, sob alguma forma particular, mas na sua essência. O amor é discreto, é subtil, é espanto, é surpresa, é clandestino.
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