
Acaso estamos mortos e só aparentamos
estar vivos nós gregos caídos em desgraça
que imaginamos a vida semelhante a um sonho
ou estamos vivos e foi a vida que morreu?
Lembrei-me destes versos de Paladas de Alexandria, depois de ler e trocar comentários num post da Joana Lopes sobre o livro de Miguel de Oliveira "A sexualidade, a Igreja e a Bioética"
Diz a Joana:
Para além de todas as leituras, uma coisa parece certa: mesmo os mais cépticos dificilmente acreditariam, em 1968, dois meses depois do Maio francês, que quarenta anos mais tarde o Vaticano teria ainda o mesmo posicionamento relativamente ao controle da natalidade e ao uso de meios contraceptivos. Mas a realidade aí está para provar o contrário e para justificar o carácter oportuno do livro que Miguel Oliveira da Silva agora publicou.
É trágica a posição da Igreja que mantém uma doutrina e moral sexual desfasadas da vida. Fá-lo por diversos motivos. Sendo um deles, que as mesmas são defendidas e apregoadas por homens celibatários. Quando os mesmos tivessem que defender e aprofundar, na própria vida, a realidade de uma relação conjugal, mudariam as regras que, sem caridade, impõem a outros.
estar vivos nós gregos caídos em desgraça
que imaginamos a vida semelhante a um sonho
ou estamos vivos e foi a vida que morreu?
Lembrei-me destes versos de Paladas de Alexandria, depois de ler e trocar comentários num post da Joana Lopes sobre o livro de Miguel de Oliveira "A sexualidade, a Igreja e a Bioética"
Diz a Joana:
Para além de todas as leituras, uma coisa parece certa: mesmo os mais cépticos dificilmente acreditariam, em 1968, dois meses depois do Maio francês, que quarenta anos mais tarde o Vaticano teria ainda o mesmo posicionamento relativamente ao controle da natalidade e ao uso de meios contraceptivos. Mas a realidade aí está para provar o contrário e para justificar o carácter oportuno do livro que Miguel Oliveira da Silva agora publicou.
É trágica a posição da Igreja que mantém uma doutrina e moral sexual desfasadas da vida. Fá-lo por diversos motivos. Sendo um deles, que as mesmas são defendidas e apregoadas por homens celibatários. Quando os mesmos tivessem que defender e aprofundar, na própria vida, a realidade de uma relação conjugal, mudariam as regras que, sem caridade, impõem a outros.
:)
ResponderEliminar;)
ResponderEliminarA igreja católica sempre me fez lembrar aquilo de: antes de tirar a palha do olho alheio....
ResponderEliminarAntes, esses sacerdotes que dão exemplos de humildade e trabalham mais do que falam pelos seus semelhantes em lugares apartados. O resto (sacerdotes, obispos, prelados etc), descendentes imperiais, os que passam a vida a falar da vida dos outros e a tirar-lhes o dinheiro para encher a barriga, melhor que eles, são os caes da rua, as prostitutas ou os mendigos, pelo menos estes não enganam ninguem e levam uma vida honesta e clara.
Falando em tudo isto MC, estive em Fátima há pouco tempo, q raio de Bunker é esse que fizeram lá? pensei, quanto dinheiro gastaram essa gente da igreja para fazer essa MEGA coisa lá? e que raio significa? estão a espera de uma guerra em fátima? do fim do mundo quiças?, isso é um refugio anti atomico, né?
Luís Enrique,
ResponderEliminarvivo a pouco mais de 50Km de Fátima, a última vez que lá fui não existia bunker nenhum...deves estar a referir a nova basílica. Não conheço.
Vai ver, não estou a exagerar.
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