2009-11-17

isto é que são baboseiras

E porquê? Porque, basicamente, a homossexualidade era, e bem, vista como luxúria, como um vício (como o jogo ou as drogas, por exemplo)

A insistência por parte dos militantes pelo casamento homossexual reveste-se, assim, de uma particular perversão: sabendo que a grande maioria das pessoas reprova os seus gostos e práticas sexuais (devem saber pois não se cansam de reclamar contra essa “discriminação no dia-a-dia”), insistem na usurpação de uma instituição ancestral, tentando dessa maneira que através do poder político as pessoas se vão desligando dos seus “preconceitos” e passem a aceitar plenamente a homossexualidade.

Esta promoção do casamento homossexual é 1. uma provocação imoral à sociedade, e 2. um atentado (mais um) à instituição do casamento.

Filipe Abrantes, um moço a quem as aulas de educação sexual fizeram muita falta.

13 comentários:

  1. Deve ter tido o João César das Neves como catequista.
    Beijos

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  2. Minha nossa! É o que dá voltar aos bloges: ser confrontado com a verdade que além do JCN ainda há pessoas que pensam assim...

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  3. O César das Neves, o moço em causa, mais uns quantos frequentadores de sacristia, têm todo o direito às suas opiniões e inibições sexuais, deixem é o resto do pessoal fazer o que tem de ser feito.

    O casamento virá, a adopção também e viveremos todos mais felizes.

    Lutz, sejas bem aparecido. Isto sem ti perde parte da piada.

    beijos aos dois.

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  4. (“O casamento virá, a adopção também e viveremos todos mais felizes.”)

    Ena pá o paraiso na terra finalmente, depois do seu post “tomem e embrulhem” plasma-se ai com a biblia marx-engeliana e temos o paraiso na terra.
    O declínio da família não é um acidente. O marxismo vem trabalhando no sentido da completa destruição das instituições mais básicas da civilização ocidental já há mais de 150 anos. O marxismo prometeu que no seu “paraíso” terrestre a instituição do matrimônio iria rapidamente desaparecer. Os comunistas culpam o casamento pelas “prisões” que ligam os homens à moralidade burguesa que obstrui a felicidade terrena. No “Manifesto Comunista”, em 1848, Karl Marx e Friedrich Engels escreveram que a família burguesa iria desaparecer, que isso era só questão de tempo. Os marxistas historicamente sempre temeram a família porque ela é um centro de poder rival dos marxistas.

    William Z. Foster que foi secretário geral do Partido Comunista Americano no seu livro, “Toward Soviet América”, escreveu que a liberdade da mulher americana era um mito. Ou ela era uma parasita burguesa, ou uma escrava oprimida. Foster também disse que tudo que uma mulher fazia em sua casa era inútil, e gerava insatisfação pessoal.

    Engraçado que a sua citação no post remeta para outro blog, e tenha sido retirada com pinças, tendo deixado la outra que faz esta mesma referencia.
    Mas não é por acaso que os movimentos feministas de mentalidade esquerdista se inspiram nesta ideologia “emancipadora e libertadora” da mulher e dos outros grupos sociais. O que é confuso é meter posts com mensagens evangelhicas e posts com mensagens marx-engelianas, mas claro que não é, concilia-se as duas coisas pois claro.

    Diz engels
    "De acordo com a teoria materialista, o móvel essencial e decisivo a que obedece a Humanidade na sua história é a produção e a reprodução da vida imediata. Por sua vez, este móvel divide-se em duas partes: de um lado, a produção dos meios de existência, de tudo o que proporcione alimento, vestuário, habitação e utensílios domésticos e, de outro lado, a produção do próprio homem, a reprodução da espécie. As instituições sociais sob a as quais vivem os homens em determinada época estão em intima relação com estas duas espécies de produção, o trabalho e a família.

    Quanto menos desenvolvido está o trabalho, mais restrita a quantidade dos produtos do trabalho e menor a riqueza da sociedade, a ordem social está mais subordinada aos laços de consanguinidade".

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  5. isto é que lhe arranjei um filão de conversa...hein! (só eu, só eu)

    não comprende uma gracinha quase inocente, não posso fazer muito por si. (isto refere-se à tal citação "com pinças")

    mas qual destruição da família? e qual família?

    Algum modelo ideal na sua cabeça e na de tantos. Depois as mulheres é que são dadas às ilusões. Tá bem, abelha.

    O que é que o casamento civil (do religioso, não falo, por ora)alargado a pares homossexuais, destrói a sua família, a minha ou a de alguém?

    Explique-me lá, a ver se compreendo essa.

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  6. Aha!

    (“não comprende uma gracinha quase inocente, não posso fazer muito por si. (isto refere-se à tal citação "com pinças")

    Exacto exacto, a tal “tomem e embrulhem”, gracinha? Sim, gracinha, mas que vai de encontro ao que a senhora escreve e pensa sobre a sociedade organizada, usos e costumes. Sendo assim a gracinha é coerente com o pensamento de quem a posta, não destoa, e eu devolvi o embrulho como ja expliquei, esta la “noutra biblia”

    Conversa? A senhora não ve que a sociedade e coesão social estruturada resulta disso. Adiante, A sua conversa é inócua mas gostei de saber donde vem muita da “teologia da libertação” da sociedade, mesmo que ignorando as fontes primárias, o que eu quis dizer é que ha ideologias que fixam os pressupostos e depois a realidade tem que caber neles nem que seja a força em coletes de forças, não são os presupostos que tem que caber e adaptar-se a realidade, por isso por estes metodos procurarem forçar a moldagem da natureza humana falharam sempre, por isso mesmo.
    .
    Mudando, ai estes construtivistas, A família é o pilar de todas as civilizações. Remova a família, e a sociedade fica sem a protecção contra a sua desintegração. A família não pode ser alvo de legislações ou ser lançada fora da existência sem profundas consequências. Ela serve não somente como unidade social viável, mas também como incubadora moral e social para as gerações vindouras, Só o egocentrismo de certas minorias sexuais socialmente irresponsáveis, agitando sistematicamente o papão de imaginárias homofobias pensa o contrário. A estrutura da família mudou radicalmente. Devido ao movimento em direção ao individualismo egoismo, a família esta a ser desestruturada. As taxas de divórcio são astronômicas, a taxa de fecundidade em muitos países está abaixo do nível de reposição de 2 crianças por família.

    As crianças pagam um alto preço pelo declínio da familia natural. A falta de estabilidade familiar tem sido apontada constantemente por pesquisas como um factor decisivo em um variado espectro de comportamentos que influenciam directamente a capacidade estudantil, incluindo prejuízos emocionais e psicológicos, comportamentos anti-sociais, abuso de drogas, e gravidez na adolescência. As pesquisas dizem que as crianças de lares desestruturados têm mais hipoteses de ter depressão, ansiedade e baixa auto-estima, especialmente entre adolescentes. O movimento homossexual descaradamente rejeita a definição tradicional de casamento como a união de um homem e uma mulher. Esse movimento vê a desconstrução do casamento homem mulher, como um importante passo para conseguir a aceitação social completa, mas existem laços sociais que um ser humano nunca pode anular durante a sua vida, são os laços familiares e genéticos podemos anular um negócio privado mas não podemos nunca anular o facto que constitui uma paternidade

    Considerando isto é claro que os homosexuais como estereis que são, não devem ter acesso ao casamento mas sim a outro tipo de contrato ou legislação especifica para eles, e não há nenhuma discriminação, o principio da não discriminação apenas impõe que se tratem igualmente situações semelhantes. Resultaria diminuição da coesão e responsabilidades sociais e familiares, como ja vem sendo legisladas, individualismo, isolando cada um na sua ilha, niilismo, relativismos morais, o casamento destinado à satisfação hedonista dos parceiros homosexuais, sem responsabilidades nem fardos com filhos, etc.

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  7. (“O que é que o casamento civil (do religioso, não falo, por ora)alargado a pares homossexuais, destrói a sua família, a minha ou a de alguém?
    Explique-me lá, a ver se compreendo essa.”)

    Pelos vistos ha quem não saiba o que é uma sociedade estruturada e organizada sem ser meros individuos, individualista egoista e nihilista, Há razões históricas que estão na génese da instituto do casamento civil, as razões naturais da existência da conjugalidade entre homem e mulher, coisas naturais derivadas digamos de um direito natural, os estados limitaram-se a reconhecer isso porque viram vantagens nisso, e porque não os outros tipos de familia terem direito ao casamentos também ?

    Vejamos, as uniões homossexuais, recuando até as sociedades mais antigas em que até eram bem vista ou pelo menos não desestimuladas tal como na grécia antiga nunca se transformaram em casamento, porque seria? Existiriam razões publicas para tal acontecer? existiriam razões de interesse público para que as uniões homosexuais se transformassem também em casamento?Não existiam essas razões de interesse público, porque os homosexuais, tal como aqui no post faz a senhora, só tem para invocar interesses privados e individuais o amor, toujours l´amour. Por isso não existe direito para satisfazer interesses privados ou criar ou reinvindicar que exista uma instituição jurídica que regule a sua forma concreta de amor e de afectos. Os institutos juridicos existem, e para que existam o estado tem que reconhecer que tem que haver razões privadas e razões de interesse público gerais e para toda a sociedade, e não só do interesse de um grupo.

    Se virmos bem há vantagens públicas derivadas das relações heterossexuais e do casamento, que os homosexuais agora querem reinvindicar para si também . Sendo assim quais são as vantagens públicas da inclusão e reformulação do conceito casamento dando as relações homossexuais um caracter jurídico?. O unico motivo que se invoca é o direito à felicidade individual, o amor, toujours l´amour, e isso basta para tal? Não basta. Para isso pode se criar legislação própria somente para esse grupo. Porque é que este grupo não reinvindica isso? Pretende a dissolução no meio dos heterosexuais para diluir a homosexualidade, pensam os homossexuais obter maior dignidade do que aquela que já têm casando-se civilmente! É esse o orgulho gay.

    O casamento tem uma definição, é hetero, e refere-se a complementaridade sexual natural homem/ mulher e as vantagens dai advindas para a sociedade, foi juridicamente institucionalizado pelos Estados porque entenderam como bom a protecção destes relacionamentos heterosexuais e as suas consequências naturais para a sociedade, não existe qualquer vantagem para a sociedade na existência de relacionamentos homossexuais, pelo contrário se esticarmos a corda até ao extremo, podemos tirar as conclusões, tendo nos na sociedade todos os relacionamentos como heterossexuais, a sociedade não veria agravado qualquer dos seus problemas, mas ao contrário sendo os relacionamentos todos homossexuais, a sociedade estaria logo a confrontar-se e de imediato com o seuproblema de manutenção.

    O que é engraçado com estas leis, em que a senhora não ve nenhuma alteração de modelo social, aborto a pedido da mulher, repare-se o outro elemento não conta para nada, divorcio, unilateralmente e sem culpa da violação dos deveres cunjugais mesma que a haja, violação de compromissos, ou eutanásia etc. é tornarmos e formarmos uma sociedade mais “livre” dizem eles, mais individualista. É, é,mais egoísta, nihilista, irresponsavel, e sem conceitos de culpabilidade e adaptada ao mercado de dispor das pessoas, traduz-se na consagração do princípio do “usa e deita fora, a família filhos e tudo o mais deve adaptar-se a isso , nada disto tem a ver com a família ou com os valores da família e com os sentimentos e afectos, estamos bem, a caminho da globalização de sentimentos, a sociedade caminha bem é de bater palmas.

    Não é para compreender entendeu.

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  8. "o que eu quis dizer é que ha ideologias que fixam os pressupostos e depois a realidade tem que caber neles nem que seja a força em coletes de forças, não são os presupostos que tem que caber e adaptar-se a realidade, por isso por estes metodos procurarem forçar a moldagem da natureza humana falharam sempre, por isso mesmo."

    tenho aí um óptimo fim-de-semana à porta e não tenho tempo para dispensar a rebater os seus argumentos. Mas deixo-lhe uma citação das suas próprias palavras e peço-lhe encarecidamente que faça o exercício de reler tudo o que escreveu usando o filtro que que me remeteu.

    A minha conversa não é inócua. Para si parece que é. Cada um faz o que quer com o que lhe dão.

    "o amor, toujours l´amour."

    Tenho a certeza que não sabe do que está a falar.

    Fique bem.

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  9. Ah não decifrou o filtro, é isso mesmo o “tomem e embrulhem”, ora releia essa “biblia” e pode ser que perceba porque a realidade foi/ é formatada a forceps. Senão entendeu paciencia.

    o amor, toujours l´amour.

    Ou como dizia a piaf: ( l´amour ne se explique pas /c ést une chose como ça / qui vient on ne se sait d´ou / et vous prend tout a coup.)

    Talvez não, nunca ninguém é mestre neste campo vastissimo que pode abranger várias formas, mas não é você que me dá qualquer lição, isso também eu sei.

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  10. a senhora agora também é censora?

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  11. Então elimina-se os comentários.

    Pelos vistos ha quem não saiba o que é uma sociedade estruturada e organizada sem ser meros individuos, individualista egoista e nihilista, Há razões históricas que estão na génese da instituto do casamento civil, as razões naturais da existência da conjugalidade entre homem e mulher, coisas naturais derivadas digamos de um direito natural, os estados limitaram-se a reconhecer isso porque viram vantagens nisso, e porque não os outros tipos de familia terem direito ao casamentos também ?

    Vejamos, as uniões homossexuais, recuando até as sociedades mais antigas em que até eram bem vista ou pelo menos não desestimuladas tal como na grécia antiga nunca se transformaram em casamento, porque seria? Existiriam razões publicas para tal acontecer? existiriam razões de interesse público para que as uniões homosexuais se transformassem também em casamento?Não existiam essas razões de interesse público, porque os homosexuais, tal como aqui no post faz a senhora, só tem para invocar interesses privados e individuais o amor, toujours l´amour. Por isso não existe direito para satisfazer interesses privados ou criar ou reinvindicar que exista uma instituição jurídica que regule a sua forma concreta de amor e de afectos. Os institutos juridicos existem, e para que existam o estado tem que reconhecer que tem que haver razões privadas e razões de interesse público gerais e para toda a sociedade, e não só do interesse de um grupo.

    Se virmos bem há vantagens públicas derivadas das relações heterossexuais e do casamento, que os homosexuais agora querem reinvindicar para si também . Sendo assim quais são as vantagens públicas da inclusão e reformulação do conceito casamento dando as relações homossexuais um caracter jurídico?. O unico motivo que se invoca é o direito à felicidade individual, o amor, toujours l´amour, e isso basta para tal? Não basta. Para isso pode se criar legislação própria somente para esse grupo. Porque é que este grupo não reinvindica isso? Pretende a dissolução no meio dos heterosexuais para diluir a homosexualidade, pensam os homossexuais obter maior dignidade do que aquela que já têm casando-se civilmente! É esse o orgulho gay.

    O casamento tem uma definição, é hetero, e refere-se a complementaridade sexual natural homem/ mulher e as vantagens dai advindas para a sociedade, foi juridicamente institucionalizado pelos Estados porque entenderam como bom a protecção destes relacionamentos heterosexuais e as suas consequências naturais para a sociedade, não existe qualquer vantagem para a sociedade na existência de relacionamentos homossexuais, pelo contrário se esticarmos a corda até ao extremo, podemos tirar as conclusões, tendo nos na sociedade todos os relacionamentos como heterossexuais, a sociedade não veria agravado qualquer dos seus problemas, mas ao contrário sendo os relacionamentos todos homossexuais, a sociedade estaria logo a confrontar-se e de imediato com o seu problema de manutenção.

    O que é engraçado com estas leis, em que a senhora não ve nenhuma alteração de modelo social, aborto a pedido da mulher, repare-se o outro elemento não conta para nada, divorcio, unilateralmente e sem culpa da violação dos deveres cunjugais mesma que a haja, violação de compromissos, ou eutanásia etc. é tornarmos e formarmos uma sociedade mais “livre” dizem eles, mais individualista. É, é,mais egoísta, nihilista, irresponsavel, e sem conceitos de culpabilidade e adaptada ao mercado de dispor das pessoas, traduz-se na consagração do princípio do “usa e deita fora, a família filhos e tudo o mais deve adaptar-se a isso , nada disto tem a ver com a família ou com os valores da família e com os sentimentos e afectos, estamos bem, a caminho da globalização de sentimentos, a sociedade caminha bem é de bater palmas.

    Não é para compreender entendeu

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  12. (“O que é que o casamento civil (do religioso, não falo, por ora)alargado a pares homossexuais, destrói a sua família, a minha ou a de alguém?
    Explique-me lá, a ver se compreendo essa.”)

    Em resposta a isto eliminou o meu comentario anterior, boa boa, para quem escreve isto ("e não tenho tempo para dispensar a rebater os seus argumentos.") a melhor resposta é eliminar os comentários, utilizando um filtro até para impedir a republicação do comentario começando pela citação acima, tenha juizo tenha juizo,sabe quem fazia isso. o tempo da censura ja la vai ha muito tempo. Sabe que mais.....

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  13. não sei o que se passou, mas não apaguei comentário nenhum.

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