2009-11-17

raio de vendilhões

Incham-se todos para dizer que os afectos não contam para nada. Não consigo conceber a origem de tal baixeza. "Rais os afundem!" citando o Luiz Pacheco.

4 comentários:

  1. Não sei quem são os vendilhões a que te referes, mas se disseram isso, a expressão do Luiz Pacheco é muito branda.
    Beijos

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  2. são aqueles que acusam de se "Reduzir o casamento aos afectos". Os que defendem a família tradicional como a célula base da sociedade.

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  3. Diz-se cada coisa

    A família biologica a familia de sangue é diferente da família de afectos da adoptiva, não se pode reduzir tudo a afectos, mas que liricos, é so poetas. Porque existe, mesmo que não queiram ver e constitui e constituirá sempre a maior base social em qualquer sociedade ou acha que será a adoptiva a tomar essa função? As outras famílias existem também, o estado deve reconhece-las e protege-las também, mas são franjas na sociedade, o estado deve interessar-se por aquela família que permite a manutenção renovação da sociedade e das gerações, o seu desenvolvimento harmonioso e não disfuncional, essa é a que a lei protege no código civil a família heterossexual. A adoptiva nunca faz isso, a família adoptiva vai sempre buscar um elemento de uma família externa, que integra, mas não foi criado por ela, quando os adoptivos morrem há sempre menos dois na contabilidade populacional. Não estou a apelar a nenhuma descriminação todos somos pessoas mas todos temos funções e nem todos temos a mesma capacidade. Os homossexuais não renovam a sociedade, mas se devem poder ser felizes que tenho eu a ver com isso, mas se fosse governante não poderia nunca contar com eles para desenvolver por exemplo politicas demográficas por aquilo mesmo que lhe tenho vinda a referir. Portanto se não somos iguais porque havemos de ter os mesmos direitos.

    E então as outras famílias não devem existir, não devem ter protecção? Devem e tem e devem ter sempre mais quando as situações sociais o justifiquem, não devem ser descriminadas por isso devem ter leis especificas para elas, mas não devem ser equiparadas à família natural porque esta é de raiz biológica. E o estado como eu estou farto de dizer pode formalmente tentar meter tudo no mesmo saco, só que na essência as coisas não se misturam é só isso. Eu diria que não são assim desprotegidas e abstenho-me de transcrever as leis por exemplo que se aplicam as uniões de facto extensivas aos homosexuais, será que merecem mais protecção do que os casais heterossexuais vivendo em uniões de facto? mas além disso as próprias partes podem assegurar a sua certeza patrimonial também por meio de doaçoes e fazer testamentos

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