2010-04-27

Mais uma reflexão sobre a actual crise da Igreja

Pedofilia e poder Sagrado

Introdução

"Mas, qualquer que fizer tropeçar um destes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma pedra de moinho, e que o lançassem na profundeza do mar". (Palavra de Jesus em Mt 18,6 e textos paralelos: Mc 9,42 / Lc 17,2).

A minha intenção com este artigo não é somente aprofundar os testemunhos sobre a pedofilia na Igreja; mas, ir às causas, raiz e consequências dessa perversidade. A pedofilia e outras iniquidades similares desencadearam uma crise na Igreja, que não é temporária, que possa ser ocultada e esquecida; mas uma crise profunda de credibilidade que pode levar muitas décadas para ser solucionada.
 
1. A Igreja entre a iniquidade e a libertação
  Um facto revelador é confrontar a atitude da Igreja diante da pedofilia e a atitude radicalmente diferente da mesma Igreja diante da Teologia da Libertação.
Por um lado, a hierarquia foi permissiva, tolerante, legitimadora e encobridora da pedofilia. Por outro lado, quase ao mesmo tempo, a hierarquia da Igreja teve uma vigilância extrema sobre a Teologia da Libertação que levou a muitas condenações e medidas altamente repressivas e bem divulgadas na mídia. Tivemos um modelo de Igreja onde se abusou das crianças e as prejudicou profundamente ma sua natureza humana. Quase na mesma época, tivemos outro modelo de Igreja que optou pelos pobres e buscou a sua libertação. À Teologia da Libertação foi exigida fidelidade irrestrita ao dogma católico e obediência ao Sumo Pontífice. À Igreja que sofria com o problema dos clérigos pedófilos lhe foi imposto guardar silêncio, ocultar os fatos, inclusive em casos graves; guardar a informação como "segredo pontifício" (cf. Carta de Hans Küng aos bispos).
 
2. Crise de uma Igreja cujo poder é a instituição, a lei e o dogma

Paulo de Tarso diz: "Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído. Quanto a nós, pelo Espírito da fé aguardamos a esperança da justiça" (Gal 5,4-5).
Existe um modelo de Igreja que busca a justiça no cumprimento fiel da lei, da norma, do Canon, do dogma, da doutrina, da rubrica e da estrutura hierárquica da Igreja. Existe outro modelo de Igreja que busca a justiça numa atitude crítica diante da lei, do dogma e da estrutura hierárquica da Igreja. Essa busca tornou-se efectiva numa nova maneira de fazer teologia (a teologia da Libertação), numa nova maneira de ser Igreja (as Comunidades de Base), numa nova maneira de interpretar a Bíblia (a leitura comunitária da Bíblia) e numa nova maneira de organizar os ministérios e de celebrar a liturgia, à margem da rubrica e da lei. A Igreja que buscou a justiça na defesa absoluta da lei "rompeu com Cristo e caiu em desgraça". A pedofilia é um signo dessa ruptura e dessa desgraça. A Igreja da lei já não é uma Igreja que busca a justiça por meio do Espírito e da prática da Fé.
"Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens que detêm a verdade em injustiça; porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.
Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto a sua eterna potência como a sua divindade, se entendem e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis; porquanto, tendo conhecido a Deus, não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças; antes, em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se entenebreceu..." (cf. Carta de Paulo aos Romanos 1, 18-30).
"Nenhuma condenação existe para os que vivem em Cristo Jesus, porque a lei do espírito que dá vida em Jesus Cristo te libertou da lei do pecado e da morte (8, 1-2).

3. Leis, estruturas e dogmas que deram vida à perversão

a) A lei do celibato obrigatório
O celibato obrigatório pode causar danos profundos à natureza humana. Uma excepção, à luz dos Evangelios, seria o celibato assumido livremente por clérigos ou de leigos por causa do Reino de Deus. De facto, existem médicos, enfermeiras, educadores e muitas outras pessoas que entregam a vida inteira ao serviço dos pobres, dentro ou fora da Igreja.
Nos seminários e nos retiros espirituais aos sacerdotes, fala-se muito de "crucificar a sexualidade". Outras vezes se disse que os desvios de tipo sexual são subjetivos e podem ser superados com a oração, com uma boa disciplina e orientação psicológica, que não é dada normalmente por psicólogos, mas por "directores espirituais", prejudicados eles mesmos pelo celibato obrigatório.

b) A própria lei que justifica o celibato e condena a homossexualidade
A homossexualidade é uma opção legítima, quando está guiada por uma ética de amor e fidelidade. Um problema frequente surge quando se utiliza a condição clerical para encobrir a homossexualidade. A perversão não é a homossexualidade, mas a utilização da instituição eclesial para encobri-la. A homossexualidade manipulada, reprimida e escondida pode ser causa de sérias perversões sexuais. O Cardeal Tarcisio Bertone, Secretário de Estado do Vaticano, na visita ao Chile, sentenciou que não existe uma relação entre o celibato e a pedofilia; mas entre a homossexualidade e a pedofilia, e que esta constatação estaria fundada em sérias investigações científicas de psicólogos e psiquiatras. O Cardeal, numa só declaração, tentou justificar o celibato e condenar a homossexualidade, com o qual negou toda culpabilidade da Igreja nos delitos de pedofilia e culpabilizou aos homossexuais por esses delitos.

c) A lei absoluta na Igreja de incluir somente homens em sua hierarquia
A Igreja católica é a instituição religiosa mais antiga e poderosa onde toda a sua estrutura hierárquica é composta exclusivamente por homens. Uma revista (Newsweek) falou do "clube masculino com mais êxito e indestrutível em toda a história". O Papa, em Roma; o Bispo, em sua Diocese e o Pároco, em sua Paróquia é o poder sagrado masculino mais antigo na Igreja.
A exclusão da mulher da estrutura hierárquica da Igreja Católica é a outra cara da masculinização absoluta do ministério clerical. Essa situação transforma a hierarquia eclesial num espaço onde tudo é discutido e decidido entre homens. Qual seria a posição da hierarquia se a pedofilia fosse discutida entre homens e mulheres? Como seria a Igreja Católica se o cargo actual de Secretário de Estado fosse exercido por uma mulher ordenada cardeal ou se uma mulher estivesse a cargo de um dicastério no Vaticano?

d) Confrontação da Igreja Católica com a modernidade
A Igreja, desde o século XIX, se vê ameaçada pela modernidade. Por isso redigiu o "Sílabo dos erros modernos". O Concílio Vaticano I (1869-1870) enfrentou a "civilização moderna" quando afirma a autonomia da razão, do indivíduo, do Estado e das ciências frente à Igreja Católica.
Algumas conclusões do Concilio Vaticano I:
- que a Igreja é uma "sociedade verdadeira, perfeita, espiritual e sobrenatural";
- que a Igreja é "indefectível" e "infalível".
Define o primado do Pontífice Romano, a soberania temporal da Santa Sé e a função do Papa como juiz supremo de qualquer controvérsia eclesiástica, enquanto que ele não pode ser julgado por ninguém, nem sequer pelo Concílio. Finalmente, se proclama "como dogma divinamente revelado que o pontífice romano, quando fala ex-cátedra, goza de infalibilidade".
Enquanto tenhamos um modelo de Igreja marcado por essa tradição conservadora, a hierarquia católica será incapaz de aceitar os melhores avanços da modernidade, especialmente em matéria de sexualidade humana.

e) A lei que une perversão sexual e poder sagrado
O arcebispo de Pointers, Dom Albert Rouet, no seu livro intitulado "J’amerais vous dire" (Bayard, 2009) escreve: "A Igreja Católica esteve sacudida durante vários meses pela revelação de escândalos de pedofilia. Isso tudo é uma surpresa? Quisera antes de tudo precisar uma coisa: para que exista pedofilia são necessárias duas condições: uma perversão profunda e um poder. Isso quer dizer que todo sistema fechado, idealizado e sacralizado é um perigo. Quando uma instituição, incluída a Igreja, se fundamenta numa posição de direito privado e se afirma em uma posição de força, os desvios financeiros e sexuais chegam a ser possíveis".

4. As vítimas da pedofilia e a credibilidade da Igreja
É importante ver toda a realidade da pedofilia a partir das suas vítimas. A Igreja considerou até há pouco a pedofilia como um pecado e não como um delito. O pecado pode ficar oculto no segredo do sacramento da confissão; porém, o delito é um crime que deve ser levado a público, aos tribunais. A Igreja hierárquica rechaçou a culpabilização da pedofilia e ocultou ao pedófilo para salvar como Igreja a sua credibilidade e prestígio. A Igreja também ocultou a criminalização da pedofilia para evitar ser condenada e obrigada a pagar uma indemnização económica. Ocultar o delito e o delinquente para salvar o prestígio da Igreja é uma iniquidade e uma agressão às vítimas. Expressa também hipocrisia, farisaísmo e falta de solidariedade.
A Igreja Hierárquica ocultou aos padres pedófilos com o pretexto de tornar possível um seguimento psicológico. Os traslada de uma paróquia para outra ou os envia para uma diocese fora do país com o pretexto de uma reabilitação dos pedófilos de maneira a que a credibilidade e o prestígio da Igreja não sejam abalados. Argumentou-se que a pedofilia era uma "doença" que para ser "curada" devia evitar-se todo escândalo público (entrevista ao Cardeal Darío Castrillón Hoyos, realizada por Patricia Janiot, na CNN).
Um argumento utilizado para ocultar a pedofilia do clero era a prioridade que se devia dar à Instituição Eclesial sobre suas vítimas. A reabilitação do clero pedófilo era vista como necessária em função dos interesses da própria Igreja. Esta, além disso, não devia "perder" um sacerdote por causa de um "problema pessoal", como era considerada a pedofilia. Também argumentou-se que o número de sacerdotes pedófilos era insignificante em comparação com a maioria dos sacerdotes que não o eram. E discutiu-se que o percentual da pedofilia no clero era mínima se fosse comparada com o percentual da pedofilia em nível social e mundial.
Também a Igreja enfrentou os meios de comunicação que denunciavam a pedofilia na Igreja. Interpretou isso como uma campanha midiática perversa contra a Igreja Católica. A Igreja agora se apresentava como vítima e ocultava as verdadeiras vítimas da pedofilia.
Todos esses argumentos confirmam que a Igreja não via a pedofilia a partir de suas vítimas; mas, a partir de seus interesses, especialmente a partir da defesa de sua credibilidade e autoridade.

5. Os gritos das vítimas e os prantos da hierarquia católica
Não basta que a Igreja peça perdão pelos delitos de pedofilia cometidos por sua hierarquia episcopal e presbiteral. Tampouco basta a condenação dos sacerdotes pedófilos e da assim chamada "tolerância zero". Tampouco basta que a Igreja tome as medidas disciplinares para que a prática da pedofilia desapareça para sempre. Não basta reconhecer que a Igreja se sente ferida e arrependida. Não basta que os legionários de Cristo declarem que o seu fundador, o Padre Marcial Maciel, e alguns de seus discípulos não são exemplos de vida cristã e sacerdotal.
Tudo isso é justo e necessário; porém, falta o mais importante: escutar o grito das vítimas. Toda a problemática da pedofilia deve ser analisada e julgada por eles mesmos e a partir de sua própria realidade. Os que têm sido vítimas têm direito a ser sujeitos de sua própria vida, sujeitos da reconstrução de suas vidas e sujeitos da reconstrução dos factos dos quais  foram vítimas. Não desejam que sejam outros,  que falem por eles. Exigem eles mesmos uma explicação sobre o porquê a Igreja ocultou os clérigos e bispos pedófilos. Pedem pessoalmente uma condenação de seus agressores e uma indemnização pelos danos infligidos. Eles, como sujeitos querem ser solidários com outras vítimas de pedofilia, na Igreja e na sociedade que, todavia, ainda não puderam fazer sua denúncia e levá-la a julgamento. O grito das vítimas já ressoa no mundo inteiro.
Sentimos hoje a actualidade das palavras que Deus disse a Moisés: "Vi a aflição de meu povo no Egipto; escutei o seu clamor contra seus opressores e conheço seus sofrimentos. Vim para libertá-los e conduzi-los a uma terra onde jorra leite e mel" (Êxodo 3, 7-8).

Pablo Richard,


* Teólogo e biblista chileno

12 comentários:

  1. Um excelente artigo que já tinha lido na fonte.
    Beijos

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  2. Olá Jardim de Luz!...

    Muitos parabéns por teres tido a coragem de colocar isto aqui!...

    Como te tenho dito muita vez, ainda a procissão nem vai no adro... Hoje ouvi um bocadinho da entrevista do programa 30 Minutos da RTP àquele ex padre que tentou matar o Papa João Paulo II em Fátima... Hoje apoiante deste Papa Bento XVI que diz estar a ter atitudes de reconciliação com os perseguidos da Igreja de João Paulo II... Era bom que as pessoas começassem a abrir os olhos para o que está aí a vir em termos de hierarquia Romana... Mas infelizmente vamos ver mais do mesmo... Uns afastam-se e esses radicais reinam... E a maioria das pessoas faz de conta que não é nada com elas... E até vai aplaudir este Papa na rua...
    Obviamente que esta crise vai durar décadas... E também obviamente que temos de estar preparados para, se não for possível restaurar esta Roma, então fazer-se uma nova Roma... Este texto é mais um bom contributo... Vamos conversando!!!...

    Boa noite para ti!...

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  3. Olá P.P.

    Obrigada. Gostei do texto. É mais um que demonstra que é possível ser igreja de um modo mais comprometido.

    Não vi a entrevista que referes, mas basta ter os olhos abertos para pressentir que existe um fechamento muito grande da Igreja sobre ela própria. Isso parece atrair pessoas que se dão muito bem (isto é um modo de dizer; ninguém vive bem fechado sobre si mesmo) neste modo de ser Igreja.

    Não é Roma que me inquieta - é o Evangelho. Que na actual crise parece ter um papel bem secundário.

    Obrigada e uma boa noite também para ti.

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  4. Leram no Correio da Manhã?
    O sr. José tentou matar ontem o seu único filho.
    Segundo dizem os vizinhos, o homem deve estar louco.
    Na verdade, só não o matou porque não quis.
    Levou o inocente míudo de sete anos até ao cimo do monte e parou no último momento.
    Ninguém teria sabido da história se não fosse os dois vizinhos que o seguiram.
    Viram-no levantar a faca de matar o porco e parar antes de disferir o golpe mortal.
    Ele diz que foi Deus que lhe ordenou levar o míudo.
    Diz também que foi Deus que lhe ordenou que parasse.
    Há falat de melhor, aqui está a prova da sua loucura.
    Toda a gente sabe. Deus não fala com as pessoas.

    Não saiu nenhuma historia assim no CM, mas podia ter saído.
    Parece que há uma história parecida na Bíblia.
    Ler essa história devia encher-nos de horror, mas já nada nos impressiona.
    Ler essa história devia fazer-nos pensar. Mas pensar doi. E cria problemas.

    Que diria Jesus sobre o Papado, as suas riquezas e as suas manias?
    Talvez algumas palavras bem mais fortes do que as proferidas pelo padre Mário Oliveira.
    Mas ninguém podia ter a certeza de ser Jesus e na dúvida o melhor é não comentar.

    Este comentário refere-se ao post acima, mas preferi não calar o eloquente silêncio a que se votaram os visitadores deste blog.

    on

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  5. Olá Jardim de Luz!... Dizes tudo!... Claro que deves ter reparado que quando falo de uma nova Roma, falo de uma "Roma" que é um regresso ao Evangelho autêntico vivido pelos primeiros Cristãos!... Instituições há e haverá muitas... Evangelho autêntico há só aquele que a Bíblia nos oferece!!!... Um Protestante não é necessariamente um mau Cristão só porque não segue a Roma dos humanos!!!... Bem sei que a unidade ao primitivo é essencial para evitar novas divisões... Por isso vou continuando na esperança de um amanhã melhor que o hoje, embora consciente de que essa espera pode não ser eterna!... Por isso vamos conversando!... Infelizmente os bons exemplos estão a vir de alguns dos chamados Protestantes... Todos sabemos quem é o Arcebispo Desmond Tutu da Igreja Anglicana da África do Sul... Todos sabemos o que a sua acção por um mundo sem racismo significou e significa na vida de milhões de Pessoas... Pois ele anda aí... Anda aí e continua a dar que pensar tal a clareza do Evangelho que anuncia ao Mundo!!!... Está um documentário sobre homossexualidade com ligação no meu blogue (http://opensamentopositivo.blogspot.com/2010/03/homossexualidade-e-biblia.html)... Podem ver porque vale a pena. Principalmente a parte deste grande Homem de Deus que é Desmond Tutu!!!...

    @on:
    O que acabo de dizer ao, quer dizer à Jardim de Luz vale também para o teu comentário... É fácil ver que a Bíblia não pode ser lida literalmente. A leitura literal da Bíblia é uma invenção de algum Protestantismo Evangélico nos EUA e Brasil na 2ª metade do século XX e prontamente apropriado por alguns movimentos conservadores Católicos e por algumas Igrejas Protestantes com alguma história como os Baptistas (Southern Baptist Convention)... E o que me preocupa mais não é tanto a luxuria do Vaticano ou de certos movimentos de endinheirados que financiam tudo isso... O que mais me preocupa é radicalismo genuíno de alguns jovens e outros mais velhos que dão a vida pela causa... Durante a visita do Papa vão cá estar 50 mil Jovens de toda a Europa para um encontro Europeu do Caminho Neocatecumenal... Para já, só o nome já mete medo... Depois o resto, meu amigo... É ver no que eles acreditam... Vidas de clausura rigorosa com direito a sacrifícios de toda a ordem, até sabe-se lá se pela própria dor física... As mulheres que casem terem de aceitar sem mais todos os filhos que a natureza lhes der?... Onde é que está a humanidade... Já tive uma pessoa próxima mais que defensora acérrima desse movimento... Foi para Espanha para um convento de clausura rigorosa de Carmelitas Descalças totalmente na mão dessa gente!!!... Este sim é o grande drama!... E as pessoas nem pensam... Alguns jovens começam por ir pela música extremamente agradável aos seus ouvidos que se toca nas missas deles... Mas nem pensam nas consequências... Seguem os lideres ao som da música!!!... E aí é que está o verdadeiro problema!...

    Não me leves a mal este post tão longo, ainda por cima com direito a uma mensagem dentro da mensagem!...

    Um grande bem haja para ti!!!...
    O Pensamento Positivo

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  6. ON,


    ler o Correio da Manhã e a Bíblia não é a mesma coisa.

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  7. P.P.


    O Evangelho autêntico é Jesus Cristo. Conhecer isso ajuda-nos a entender todo o resto.

    Tu desculpas-te por escrever muito (não é preciso, ainda não temos de pagar pelo espaço que ocupamos) :)
    eu peço desculpa por estar tão sintética. Espero que, para a semana, isto melhore. ;)

    Beijos

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  8. MC,

    o "não é a mesma coisa" está mesmo na moda, não está?
    Se andasses menos ocupada, talvez lesses até ao fim o meu comentário.

    Bom fim de semana:)

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  9. Olá Jardim de Luz!...

    Dizes estar muito sintética, mas ao mesmo tempo dizes tudo o que é essencial!!!... Concordo plenamente!... Entretanto, pela certa vamos conversando!!!...

    Humm... Eu até sou Benfiquista... Mas fico nervosíssimo só de pensar que estão a jogar!!!... Então com o Porto... Prefiro nem ver!!!...

    Boa noite!!!...

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  10. ON,

    nah!...o que está na moda é dizer "está na moda"


    Não leste o Damásio há pouco tempo, pois não? Explico: fizeste um comentário (longo por sinal. Que se passa contigo? - estás muito falador) criaste algumas imagens, que para ti fazem sentido. Para mim não são tão óbvias.

    As histórias (imagens) da Bíblia são mesmo para pensar. Para irmos além das variadas emoções que elas nos despertam.

    Os evangelhos são claros o suficiente, para percebermos que esta Igreja anda muito arredada das propostas de Jesus Cristo.

    Voltando ao título do post: a crise manifesta-se por isso mesmo.


    O fim-de-semana foi óptimo. Espero que o teu também tenha sido.

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  11. Olá, P.P.

    não te quero enervar...mas o dragão está a depenar a águia. :(

    É bom sermos entendidos! De vez em quando é gostoso. :)

    Conversemos, então. :)

    Boa noite, para além do futebol... :)

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