2010-05-28

incessável, é a oração do crente

eu creio, ajuda-me na minha incredulidade

2 comentários:

  1. Havia nos meus tempos de catequese um cântico lindíssimo que hoje já raramente oiço em qualquer lado... Até porque o meu bom pároco de quem tenho saudades todos os dias não era propriamente um destes sacramentalistas tridentinos que predominam por aí... Era um verdadeiro Padre do século XXV ou até do século XXX!!!... Certamente alguma vez deves ter ouvido falar do Padre João de Sousa, prior da freguesia de Nossa Senhora dos Anjos em Lisboa, hoje praticamente uma Igreja sem congregação, enfim, em frente para não me dispersar!...
    Havia como disse um cântico lindíssimo que rezava assim:

    Na nossa escuridão...
    Acende Senhor a Tua luz...
    De Amor, a Tua luz...
    De Amor!...
    Na nossa escuridão...
    Acende Senhor a Tua luz...
    De Amor, a Tua Luz...
    De Amor!...

    Diz tudo... Talvez por isso seja hoje tão difícil cantá-lo!... Parece que andamos todos de costas voltadas uns para com os outros e logo para com Deus, também!...

    Deixo apenas esta reflexão!...

    Bom fim-de-semana!...

    ResponderEliminar
  2. :)

    belo, sim!

    às vezes parece, mas é preciso é estar atento. Hoje calhou ouvir a conversa de duas séniores. Uma contava as peripécias com o marido já muito dependente. E de como tinha ralhado com ele por estar molhado a tarde inteira e não se queixar. E repetia a palavra "ralhei" como um disco riscado. A outra a certa altura disse-lhe. - E enquanto ralhavas ele ficou seco? - Não! respondeu a primeira. - Ah! é que eu queria saber se ralhar resolve. Para que quando me acontecer alguma coisa eu ralhar muito e ela ficar resolvida. Tudo dito com acutilância e ternura. Assim como era de ternura a rotina de cuidar do marido doente da primeira. Eu escutava discreta e agradecida duas valentes mulheres.

    O Amor anda aí, feito luz, discreto como o Amor pode ser.

    beijo de boa noite :)

    ResponderEliminar