2010-08-25

o essencial

"Queridos irmãos e irmãs, quereria dizer-vos a todos, mesmo a quem se encontra num momento de dificuldade no seu caminho de fé, ou que pouco participa da vida da Igreja, ou vive como se Deus não existisse: a todos peço que não tenham medo da verdade, que nunca interrompam o caminho em direcção a ela, que nunca deixem de procurar a verdade profunda sobre nós mesmos e sobre as coisas, com o olhar interior do coração". "Deus - insistiu - não deixará de dar a Luz para vermos e de imprimir o calor necessário para deixar o nosso coração perceber que Ele nos ama e deseja ser amado".

Bento XVI, 25/8/2010 na audiência geral, fez, ainda, um apelo à paz na Somália.

4 comentários:

  1. Quem não tem medo da verdade vai sendo queimado.
    Beijos

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  2. Olá JdL!... Pois: Ainda se fosse só isso o que ele disse... Mas a verdade é que ele comete vários erros... Desde logo e já não é pouco; confundir o relativismo prático que nos permite entre outras coisas esta maravilha de estarmos aqui a "conversar" sem sequer nos conhecermos e que já vem de Sócrates na Grécia antiga com o subjectivismo psicológico e moral que vem, quanto muito, derivada do movimento Hippie nos EUA dos anos 60 do século passado... E depois, claro, o equecer-se de levar as palavras que seleccionaste à prática!... Como seria diferente um mundo onde um Papa praticasse isso mesmo!...

    Muito mais havia para dizer, mas acho que é o essencial...

    Até já!!!...

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  3. meus queridos amigos, agora cabe-me defender o Papa? :) Estou queimada convosco.

    O Papa tem também a missão da Palavra. Ou não?

    Ele de facto nomeia o relativismo a torto e a direito. E leva tudo no mesmo conceito, como dizes P.P, mas há uma tendência humana para se viver para o efémero e superficial da vida. Os nossos dias, as nossas rotinas, o que move o mundo é o imediato, não é a busca da verdade. Ou estou enganada?

    E de quem vai um bocadinho mais fundo eu só vejo o desencanto. Não há que propor o que possa superar isso?

    Eu sei...o Vaticano...a carreira de Ratzinger...mas um homem é mais do que as suas circunstâncias, certo ó filósofos?

    (ai... que estou a por a cabeça no cepo...)

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  4. Olá JdL! Claro que tens alguma razão... Mas nota que estas palavras não podem distanciar-se do seu contexto... E o contexto Ratzinger não é famoso, como acabas por reconhecer... E sim: É preciso ir contra a maré... Mas como é que se vai contra a maré, se não se lhe consegue distinguir a direcção?... E Ratzinger parece não conseguir distinguir bem a direcção... E a partir daí como é que o lemos?...

    Infelizmente a vida também é assim!!!...

    Até já!!!...

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