2010-10-27

eu não seria tão ingénua...


Por uma razão muito simples (e vou levar com pedras vindas de todas as direcções): o que se verifica é que, para as mulheres entrarem no mundo dos homens (o poder), têm de ignorar a sua feminilidade e viver apenas o seu lado masculino!

2 comentários:

  1. Essa generalização é de facto muito atacável. E eu vou já fazê-lo.
    A sua generalização escamoteia uma série de pormenores. Um deles é a autora do post pensar de forma pavloviana que poder = masculino; poder feminino = contranatura/masculinização.
    Assim, ao escrever que a maioria das mulheres no poder adopta formas de estar masculinas, depois do raciocínio pavolviano anterior, a autora tem razão.

    SABINE

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  2. Olá, Sabine.


    uma entrada destas é mesmo para ser contraditada. Apraz-me que tenha sido uma mulher a fazê-lo. ;)

    A minha argumentação "pavloviana" é consequeência do argumento "pavloviano" do Leonardo Boff que, pelo simples facto de ser uma mulher a ser eleita, automaticamente certos pressupostos, que ele considera válidos, (e eu também) serão cumpridos.

    Não tenho por certo que um mundo governado por mulheres fosse mais justo, equilibrado, humanizado...só por serem mulheres.

    "Poder=masculino" a verdade é que quem detém o poder (na generalidade)são os homens. Como é que vamos equilibrar isso?

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