2010-10-17

não sendo iguais, somos o mesmo

Conscientes como nunca de que a Deus não se pode pensar, descobrimos que não é pelo conhecimento racional que fazemos encontro com Ele, mas aprendendo a saborear a realidade.


Enquanto ficamos no pensamento, percebemos Deus como um "Objecto" (ser separado) ou como uma "ausência". Os místicos falam de Deus como "escuridão luminosa", à qual acedíamos não através da mente racional, antes pelo caminho da agnosia (não-conhecimento), que foge da maneira usual de pensar, mas nos leva a perceber e experimentar de forma intuitiva, o Mistério.  

daqui

8 comentários:

  1. Maria da Luz, o link não funciona!

    Estou curioso de ler o citado.
    Pergunto-me: o tipo que escreveu o texto tem alguma experiência daquilo de que fala, ou limita-se a repetir aquilo que leu?

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  2. On,

    és um céptico...incurável. (precisas de uma estrada de damasco, caminho de santiago...) :)
    Já pus o link a funcionar. É para ler no capítulo "Evangelio" - semana actual. É um comentário ao Evangelho da liturgia de hoje. (peço desculpa, na pressa não testei).

    O tipo vai beber a uma mesma fonte que tu conheces, por isso, já comentaste outras coisas dele que aqui postei. E te sugeri outras...mas tu achas que só ponho estas coisas porque sim. (estou cansada e muito refilona)

    bom fim-de-semana, também para ti.

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  3. ML, estava a referir-me ao tipo que escreveu o texto e não a ti.
    Mas já que falas nisso:)
    traduzes aquilo por miúdos?

    Ainda não consegui encontrar o texto no site.
    Quando as pessoas falam destes assuntos estão apenas a repetir mecanicamente coisas que leram, Essas coisas não podem ser compreendidas intelectualmente, mas podem ser experienciadas.

    Não as tendo vivido, acham que a Fé lhes dá direito a falar delas.

    Pergunto-me: quantas vezes a fé é uma desculpa para a preguiça?

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  4. (o comentário anterior saiu meio torto, aqui vai uma nova versão)

    ML, estava a referir-me ao tipo que escreveu o texto e não a ti.
    Mas já que falas nisso:)
    traduzes aquilo por miúdos?

    Ainda não consegui encontrar o texto no site.
    Quando as pessoas falam destes assuntos estão muitas vezes apenas a repetir mecanicamente coisas que leram. Queria ver se é o caso ou não.
    Essas coisas não podem ser compreendidas intelectualmente, só podem ser experienciadas.

    Não as tendo vivido, acham que a Fé lhes dá direito a falar delas.

    Pergunto-me: quantas vezes a fé é uma desculpa para a preguiça?

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  5. não consegui pôr o link directo, aqui vai por outro caminho mas o mesmo texto que citei:

    http://www.feadulta.com/Ev-EML_82-lc-18-1-8.htm

    o meu objectivo era que quem aqui chegasse lesse o texto completo e na sua versão original.

    É uma forma de certo modo diferente (não totalmente, nos textos sagrados, encontramos esta mesma fórmula de "ler" Deus)que a psicologia ajuda a compreender.

    Há imensas motivações para dizer a Fé. Provavelmente tens razão sobre algumas delas. E a preguiça também. Como o é para não "procurar" Deus.

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  6. vais ter de esperar pelo "trocar por miúdos" porque tenho de voltar ao trabalho. xau!

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