2010-10-24

um cristianismo laico...tal como Jesus

La consecuencia ha sido que el Cristianismo y la Iglesia se han orientado y configurado, ante todo, como una "religión" (templos, sacerdotes, sacramentos, dogmas, poderes religiosos...), siendo así que, en realidad, Jesús de Nazaret no pensó en nada de eso, ni en su vida se dedicó a poner en práctica nada de eso. De ahí que los grandes temas de Pablo son los que han configurado la "teología" cristina, mientras que los relatos de la vida de Jesús han quedado, en la vida y funcionamiento de la Iglesia, relegados a un segundo término, como elementos inspiradores de la "espiritualidad" cristiana. Así las cosas, y volviendo al comienzo de esta reflexión, lo más lógico tendría que ser que los cristianos nos preocupemos, ante todo y sobre todo, por vivir um "cristianismo laico", como lo vivió Jesús de Nazaret. Porque, si vivimos así nuestra relación con Jesús, lucharíamos más contra el Estado confesional y nos esforzaríamos mucho más por nuestra "religiosidad laica" y nuestra profunda espiritualidad, la "religiosidad alternativa", que vivió y nos enseñó Jesús.

4 comentários:

  1. E por verdades destas foi queimado na fogueira da inquisição.
    Beijos

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  2. Olá JdL!...

    E qual é a consequência? Nos States é isto:

    http://www.commonwealmagazine.org/further-adrift

    E por cá? Não é igual. É pior!!!...

    Até amanhã!!!...

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  3. lino e P.P. ando muito poupadinha nas palavras: sai uma resposta partilhada. :)

    Não é por acaso que eu trago para aqui as palavras de José Maria Castillo. Haverá muita gente a ver nelas um ataque à Igreja...eu prefiro ver a profundidade de um homem que sabe ver para além de circunstâncias desfavoráveis e adversas.

    Penso também (e mais uma vez o autor destas palavras ajuda-me nisso)que mais trágico do que as Igrejas vazias são as pessoas vazias de Deus. O que quer dizer na minha linguagem: perdidas delas próprias.

    Bom domingo, rapazes! :)

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  4. Olá JdL!... Mas entretanto vamos convivendo com tudo isso junto!...

    ...E claro: O Nem o texto presente (e outros que excelentemente apresentas) nem os nossos comentários a eles são "críticas" à Igreja. São, ao menos, formas diferentes de ver e sentir a realidade... Porque todos somos efectivamente diferentes... Lá está: Mais uma boa razão para evitar os vazios.

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