2011-03-17

a comunidade não pode anular o indivíduo. Nem o contrário...

Ele [Jesus] utiliza uma linguagem que não é fechada nem de sentido único, mas sempre com uma semântica plural, uma diversidade de sentidos. Isso dá à sua palavra uma riqueza enorme e uma responsabilidade de apropriação, no sentido que cada leitor, cada ouvinte, é chamado também a apropriar-se de uma forma original daquilo que lê e ouve.

daqui

7 comentários:

  1. o teu "sim" refere-se ao texto...certo?

    beijinho, Luís.

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  2. eheheheh...convém sempre esclarecer estas coisas.

    Fazendo aqui uma analogia com um caso de q fui protagonista esta semana: Fui notificada para ser testemunha num julgamento. O juiz depois de ter confirmado a minha identificação, morada, estado civil, profissão...perguntou se eu ia dizer toda a verdade. Respondi com um sim. Parece que não chegou e perguntou:"Jura?" que remédio tive eu se não jurar.

    Com as demoras da nossa justiça (os factos tinham mais de cinco anos) poderia ter acrescentado:"Não sei se foi bem assim que aconteceu. Mas é assim que eu me lembro".

    Não iam achar muita graça...penso.

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  3. um sim diz quase tudo, embora possa parecer enigmático em algumas situações, Maria C.

    (mas nos tribunais gostam de muitas palavras, sim e não não lhes serve...)

    beijinho e continuação de bom domingo.

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  4. "um sim diz quase tudo"...depende. Dos comunicadores, do tema.

    E não é só nos tribunais...porque aquilo que mais "gastamos" é armarmo-nos em juízes uns dos outros. E aí, o "sim" e o "não", por mais cristalinos que sejam, nunca são suficientes.

    Comunicar é coisa de artesãos...exige esforço e perseverança. Mas nem sempre se quer pagar o preço justo. Mas isto sou eu, sob os efeitos da lua. ;)

    obrigada. que tenha sido bom também para ti. beijinho.

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