Eu diria que sim: considerar o Outro sempre como um fim em si mesmo e nunca como um meio - como recomenda o Kant. Mas eu sou suspeito: não gosto muito do Nietzsche.
a minha relação com o Nietzsche é pouco mais que superficial. Não posso garantir que gosto ou não gosto. Já me encrespei com ele, já me deliciei a ler o "Assim falava Zaratustra" e estou numa fase de releitura do "Crepúsculo dos Ídolos".
Numa relação é importante (acho eu) a provocação e o confronto. É isso que ando a fazer com o Nietzsche. É esse o fim do meu post.
Quando não temos "bagagem" (desculpa, é o título da Adélia Prado que tenho à frente)para manter a provocação e o confronto, ou manipulamos e/ou deixamo-nos manipular. E lá estamos a usar o Outro como meio (como dizes).
Eu diria que sim:
ResponderEliminarconsiderar o Outro sempre como um fim em si mesmo e nunca como um meio - como recomenda o Kant.
Mas eu sou suspeito: não gosto muito do Nietzsche.
Um abraço.
Tacci,
ResponderEliminara minha relação com o Nietzsche é pouco mais que superficial. Não posso garantir que gosto ou não gosto. Já me encrespei com ele, já me deliciei a ler o "Assim falava Zaratustra" e estou numa fase de releitura do "Crepúsculo dos Ídolos".
Numa relação é importante (acho eu) a provocação e o confronto. É isso que ando a fazer com o Nietzsche. É esse o fim do meu post.
Quando não temos "bagagem" (desculpa, é o título da Adélia Prado que tenho à frente)para manter a provocação e o confronto, ou manipulamos e/ou deixamo-nos manipular. E lá estamos a usar o Outro como meio (como dizes).
Outro abraço para ti.