eu, Joseph Ratzinger, não sei tornar Deus e o seu Reino evidentes aos outros. Nem sequer a mim mesmo. Daí concluo que ninguém o pode fazer. Nem sequer a si mesmo.
não vejo a arrogância que essa proposta sugere nas palavras de Ratzinger.
Qualquer crente sabe (ou deve saber)que a questão "Deus" é sempre pessoal e comunitária. O "encontro" com Deus não gera isolamento. Joseph Ratzinger por muito que se tenha, e tem, dedicado ao estudo e ensino da teologia, não perdia nunca esse sentido.
"Se Deus não fosse um absurdo, quem lhe ligaria importância ou acreditaria nele?" (Teixeira de Pascoaes).
Um Deus evidente era uma imposição que ninguém poderia refutar. Não me parece que as coisas se coloquem assim.
Ou seja:
ResponderEliminareu, Joseph Ratzinger, não sei tornar Deus e o seu Reino evidentes aos outros. Nem sequer a mim mesmo. Daí concluo que ninguém o pode fazer. Nem sequer a si mesmo.
não vejo a arrogância que essa proposta sugere nas palavras de Ratzinger.
ResponderEliminarQualquer crente sabe (ou deve saber)que a questão "Deus" é sempre pessoal e comunitária. O "encontro" com Deus não gera isolamento. Joseph Ratzinger por muito que se tenha, e tem, dedicado ao estudo e ensino da teologia, não perdia nunca esse sentido.
"Se Deus não fosse um absurdo, quem lhe ligaria importância ou acreditaria nele?" (Teixeira de Pascoaes).
Um Deus evidente era uma imposição que ninguém poderia refutar. Não me parece que as coisas se coloquem assim.