2011-06-26

uma só Igreja que vai para além das diferentes expressões cultuais

É difícil encontrar em “Roma” ou nas outras expressões cultuais do cristianismo a tal “boa nova” do carpinteiro Jesus (no seu texto é pedreiro, para o caso não interessa nada). Sobretudo, quando pretendem, cada um à sua maneira, defender que há um único modelo de Igreja fundada por Jesus, o nazareno, dos Evangelhos (canónicos ou apócrifos).
A preocupação de Jesus não é fundar alguma Igreja. É ser agente de “inclusão”, dizemos numa linguagem actual, de todos, sobretudo dos mais marginalizados, encontramos nos evangelhos canónicos.
Viver uma vida uma vida espiritual é compatível com a radicalidade evangélica. Jesus é o cabal exemplo disso mesmo. Certos modelos de cristianismo tornaram antagónicas as duas dimensões da vida humana.

a minha resposta a este post do Val, in "aspirina b"

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