2011-08-18

Depois da cinza morta destes dias

Depois da cinza morta destes dias,
Quando o vazio branco destas noites
Se gastar, quando a névoa deste instante
Sem forma, sem imagem, sem caminhos,
Se dissolver, cumprindo o seu tormento,
A terra emergirá pura do mar
De lágrimas sem fim onde me invento.


 Sophia de Mello Breyner Andresen


6 comentários:

  1. Sophia, sempre. Só lamento é que tenha de se revolver no túmulo por causa do filho que pariu.
    Beijos

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  2. hummm, MST mais uma pessoa dos teus encantos. Não me incomoda. Não leio nada do que escreve ou do que escrevem sobre ele.

    Beijos e bom fim-de-semana

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  3. e ontem esteve mesmo assim...

    Sophia é tão tudo.

    beijinho Maria C.

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  4. Carinhosamente desejo a você
    um feliz final de semana.
    Creia você é muito importante para mim
    e lembre sempre.
    Deus não é nada do que você
    possa imaginar,ele é tudo que
    você pode amar sem medo.
    Bjs no seu coração,Evanir.
    Levando um pouco de você.
    E deixando um poco de Mim.

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  5. Evanir,

    sem medo guardo as suas palavras. Obrigada.

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