2011-11-03

há vida depois dos cinquenta

Enquanto as descobertas não têm efeito nos humanos, podemos sempre tentar outras vias. Sabendo que, mais grave que o envelhecimento físico, é entregar-se à passividade e rotina diárias.
Não é que a rotina seja em si um mal, mas se é impedimento para revelar as capacidades e potencialidades que possuímos, torna-se um empecilho a remover. E com que facilidade caímos em situações de rotina ruinosas: quer nos gestos exteriores quer na vivência da nossa interioridade e relação com os outros.
Não se vencem hábitos de rotina com atitudes voluntaristas e repentinas. O mais certo que se consegue é que, depois de algumas (poucas) tentativas, se caia nos velhos hábitos. 
Uma atitude mais produtiva é a de pacientar porque envolve esforço e atenção. Não se fecha à mudança. Espera que a mesma ocorra no tempo devido. Sabendo que nesse tempo incorrem inúmeros ponderáveis.

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