2012-04-26

os burrocratas e saga de uma escola na cidade do Porto


Há jovens adultos com vontade de participar em movimentos de solidariedade social, até como meio de encontrarem um sentido para a própria vida. É uma mudança gerada pelos novos tempos do desemprego jovem e do regresso à agregação social de proximidade. Mas o que faz a Câmara? Recusa perceber o que aí vem. Faz mal, porque os novos tempos do Porto também se fazem destas pessoas que estão disponíveis a viver uma vida de pobreza em prol dos outros. Ora, num tempo em que é tão mais fácil entrar pela marginalidade ou emigrar, isto parece uma boa ideia. A cidade precisa de gente assim - desde que os moradores aprovem. O novo Porto cultural e jovem também é isto e não apenas a 'movida' ou os bares dos universitários.

Daniel Deusdado in JN

4 comentários:

  1. nem mais.

    este caso é paradigmático da postura de uma boa parte dos presidentes de câmara, que agem como se as cidades fossem apenas deles.

    beijinhos Maria C.

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  2. Os portuenses só têm o que merecem!
    Beijos

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  3. sim, Luís.Muitas vezes se confundem os administradores com a(s) coisa(s) administrar. E os equipamentos são para estar ao serviço da comunidade. Este caso do Porto parece ser um bom exemplo disso.


    beijinhos

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  4. Lino, por essa ordem de ideias...temos o presidente que temos...não fico nada convencida. Vencida, talvez. ;)

    Beijos

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