2012-06-06



São de veludo as palavras
Daquele que finge que ama
Ao desengano levo a vida
A sorte a mim já não me chama

Vida tão só
Vida tão estranha
Meu coração tão maltratado
Já nem chorar
Me traz consolo
Resta-me só um triste fado

A gente vive na mentira
Já não dá conta do que sente
Antes sozinha toda a vida
Que ter um coração que mente

2 comentários:

  1. é um belo poema e uma ainda melhor canção.

    beijinhos Maria C.

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  2. tem algumas imagens bastante expressivas, sim.

    Bom feriado, Luís.

    beijinhos

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