31Quem o viu a fim de o poder descrever?
Quem é capaz de o louvar como Ele é, em toda a sua amplidão? (Ben Sira 43)
As relações humanas e, sobretudo, entre homens e mulheres, decorrem nas dinâmicas de poder e submissão. Na Igreja não é diferente. Os homens -que detêm o poder de decisão - servem-se de todos os meios para o perpetuar. Até o auto nomearem-se mediadores exclusivos da vontade de Deus.
Outro Torquemada alemão!
ResponderEliminarbeijos
Se não é, já vestiu o hábito.
ResponderEliminarBeijos
Passos para trás e mais passos para trás.
ResponderEliminare as mulheres não se mexem. Aceitam passivamente estas designações masculinas.
ResponderEliminarSim, infelizmente conheço várias católicas que defendem com unhas e dentes a proibição do sacerdócio feminino. E mais que essa passividade que referes, assusta-me a vaidade e auto-glorificação com que algumas assumem o sacrifício voluntário de aceitar um lugar menor. No fundo o papel secundário da mulher na igreja dá tanto jeito a este tipo de católicas, que assim se deixam incensar e passam a estrelas oh tão corajosas e obedientes, quanto à "narrativa masculina oficial".
ResponderEliminarpois. algumas mulheres fazem com mais facilidade um discurso de vitimização do que investem na responsabilidade de agirem de acordo com o que querem e a que têm direito. Na Igreja a figura de Maria tutela esta este modo de ser e estar na Igreja.
ResponderEliminarQuem detém o poder? Os homens! Ás mulheres resta a submissão e a passividade, ou ... baterem com a porta. Mas a militância no grupo por vezes vem preencher alguns vazios...e assim continuamos.