não sou a única católica que se entusiasma com Nietzsche. :) e acho que é redutor em classificá-lo como o anti-Cristo. Não é que minimize o pensamento de N. em relação a Deus, Cristo e o cristianismo. Ou enverede por aquele caminho fácil que é dizer que N. foi influenciado nestas matérias por aquilo que era o cristianismo daquele tempo ou do grupo religioso a que pertencia.
Quem põe em causa as nossas certezas e seguranças, só nos faz bem. :)
" Na carta em que anuncia o livro,( "O Futuro de uma Ilusão") Freud confessa que adiou o máximo que pôde o seu lançamento exatamente por causa do amigo — temia que a situação fosse constrangedora para Pfister.
Da Suíça, Pfister responde que "sua rejeição da religião não me traz nada de novo. Um adversário de grande capacidade intelectual é mais útil à religião que mil adeptos inúteis". E, no ano seguinte, escreve um livro — "A Ilusão de um Futuro" — para rebater as ideias de Freud."
Durante quase 30 anos, entre 1909 e 1938, Sigmund Freud manteve estreita amizade com um personagem — hoje pouco conhecido mesmo entre psicólogos e psiquiatras — que destoava do perfil do círculo de amigos e seguidores do "pai da psicanálise".
"O suíço Oskar Pfister era diferente de Freud em muitos aspectos, a começar pela religião. Enquanto Freud se definia como "um herege incurável", Pfister não apenas era religioso, mas também teólogo e pastor da Igreja Reformada Suíça, além de professor e psicanalista — por influência de Freud."
O N. era doido por «derrotar» o Cristianismo... É óbvio que era mais do que isso, enquanto filósofo. Mas era um maluquinho com um pensamento radicalizado ao extremo quando a matéria é Deus.
Nietzsche é rauf rauf.
ResponderEliminarfora do comum, sem dúvida. Deixou-nos um importante legado.
ResponderEliminar:)
ResponderEliminarÉ curioso como você, sendo católica, cita N., o anti-cristo. Gosto. Tem mente aberta.
não sou a única católica que se entusiasma com Nietzsche. :) e acho que é redutor em classificá-lo como o anti-Cristo. Não é que minimize o pensamento de N. em relação a Deus, Cristo e o cristianismo. Ou enverede por aquele caminho fácil que é dizer que N. foi influenciado nestas matérias por aquilo que era o cristianismo daquele tempo ou do grupo religioso a que pertencia.
ResponderEliminarQuem põe em causa as nossas certezas e seguranças, só nos faz bem. :)
Sigmund Freud e Oskar Pfister
ResponderEliminar" Na carta em que anuncia o livro,( "O Futuro de uma Ilusão") Freud confessa que adiou o máximo que pôde o seu lançamento exatamente por causa do amigo — temia que a situação fosse constrangedora para Pfister.
Da Suíça, Pfister responde que "sua rejeição da religião não me traz nada de novo. Um adversário de grande capacidade intelectual é mais útil à religião que mil adeptos inúteis". E, no ano seguinte, escreve um livro — "A Ilusão de um Futuro" — para rebater as ideias de Freud."
Durante quase 30 anos, entre 1909 e 1938, Sigmund Freud manteve estreita amizade com um personagem — hoje pouco conhecido mesmo entre psicólogos e psiquiatras — que destoava do perfil do círculo de amigos e seguidores do "pai da psicanálise".
"O suíço Oskar Pfister era diferente de Freud em muitos aspectos, a começar pela religião. Enquanto Freud se definia como "um herege incurável", Pfister não apenas era religioso, mas também teólogo e pastor da Igreja Reformada Suíça, além de professor e psicanalista — por influência de Freud."
Fonte:O amigo discreto de Freud
ResponderEliminarCélia de Gouvêa Franco
Folha de São Paulo, Caderno Mais!
O N. era doido por «derrotar» o Cristianismo... É óbvio que era mais do que isso, enquanto filósofo. Mas era um maluquinho com um pensamento radicalizado ao extremo quando a matéria é Deus.
ResponderEliminarNunca teve experiências místicas... :)