2013-03-25

era não era?


o amor reduz a complexidade de viver



Anaïs Nin in Henry & June

 

6 comentários:

  1. Se for o amor ao proximo, se for o amor apregoado por cristo, se for a fraternidade, até acredito. O outro amor, por vezes de facto complica de tal modo as emoçoes que em muitos casos dão autenticas tragedias não se pode tirar uma regra no sentido da descomplicação.

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  2. não tenho como te contraditar, D. :)

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  3. mais do que apregoar, Jesus viveu o amor...que seja o que for será mais que uma (ou várias) emoções.

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  4. "mais do que apregoar, Jesus viveu o amor..."

    Concordo e discordo. Explico porque.

    No meu entender o viver so essas emoçoes esse amor não conta para testemunho se não for apregoado, passar a mensagem dessa vivencia. Será conhecida dos seus próximos que a presenciam, mas morre ai. Dai que dizem que jesus viveu dessa maneira, mas por ele, em discurso directo, nunca soubemos nada, nada da sua lavra, foi por intermedio doutros. Dai o eu falar em apregoar. Tal como Socrates que acreditava no diálogo, e através de perguntas e respostas eram um meio de atingir a verdade, o bem e a justiça. Nada deixou da sua lavra, mas sabemos porque foi apregoado por outros o que ele disse e viveu.

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  5. eu não tinha compreendido o "apregoar". normalmente, diz-se de quem diz e não faz. sim, Jesus não deixou nada escrito. e nas narrações dos evangelhos não é seguro aquilo que são "falas" de Jesus e aquilo que, mesmo não dizendo, poderia ter dito.

    volto é a insistir porque acho importante e servindo-me mesmo do testemunho de Jesus: o amor é mais que uma emoção/sentimento. e não é que eu tenha alguma coisa contra uns e outros. mas as emoções e sentimentos, sentimo-los para além da própria vontade. no amor também entra a vontade.

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