2013-05-22

tá bem abelha



No tempo da dessacralização, vale de muito encher o peito de ar e fazer afirmações destas.


6 comentários:

  1. Acho que faz sentido sim, os pequenos depositantes devem ter a garantia do estado e das instituições europeias de que os seus pequenos depositos estão cobertos por uma garantia formal, antes não existia garantia nenhuma.

    Mas a questão é outra. Se uma instituição bancaria corre o risco de ir a falencia, devem ser os contribuintes todos a suportar esse custo evitando a falencia genero bpn bpp etc ou os grandes d epositantes devem contribuir também para que o banco não va a falência e assim não perderem tudo acima dos 100 mil euros garantia só dada pelo estado? Perder tudo ou contribuir com alguma coisa também para salvar a instituição .

    Eu por mim deixava funcionar o mercado, uma instituição bancaria é uma empresa vive de lucros e deve viver dos prejuizos também, se os seus gestores arriscam as poupanças em negocios especulativos e depois se corre o risco de falencia, pois que assim seja, o mercado que funcione e como qualquer empresa no mercado deve ter esse risco no horizonte e não estar sempre debaixo de uma protecção especiald o estado, coisa que não acontece com as outras empresas no mercado, é claro que aqui devem aparecer as garantiasdo estado aos pequenos aforradores até um certo limite, 100 mil euros dizem representam a totalidade da maior parte dos depositantes salvo erro 99%.

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  2. "Eu por mim deixava funcionar o mercado"...

    o mercado tem funcionado e aquilo que se vê é que aqueles que pedem menos Estado são os que mais beneficiam com ele. Assim vai o mundo.

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  3. "o mercado tem funcionado "

    Não, não tem, ou melhor tem funcionado com uma mão dos contribuintes por baixo atraves do estado, segurando o sistema financeiro, os bancos.

    Quantos bancos mal geridos foram a falência?
    Tem que começar a desaparecer alguns desses mal geridos, e não estarem sempre seguros pelos contribuintes todos, só então sim o mercado funcionará e, admito que os gestores não se arrisquem tanto com o dinheiro dos depositantes em negocios especulativos.

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  4. claro, concordo plenamente, assim como, e era esse o sentido do post, não acredito na sacralidade prometida aos "pequenos aforradores".

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  5. "não acredito na sacralidade prometida aos "pequenos aforradores".

    Mas a promessa da sacralidade é essencial, e como eu disse, antes não existia até esse nivel de 100 mil euros. Se recuarmos na historia à crise de 1929, não existia até nenhuma segurança, nem nenhum banco era obrigado a ter reservas, nem o estado dava essa garantia. O que significava que qualquer alarmismo podia desencadear uma corrida as poupanças, e como se sabe nessas circunstancias nenhum banco tem reservas para pagar de imediato uma corrida aos levantamentos, o que provoca um alarmismo social contagiante a todos os depositantes e a todos os bancos.

    Foi isto que esteve na previsão de vir a acontecer em 2008 com a queda do lehmans brothers, AIG e outros grandes do sistema financeiro que ameaçavam contagiar a nivel mundial como na crise de 1929, e foi isto que levou muitos governos a intervir e a nacionalizar bancos nessa altura na europa,e a avançar com a garantia dos 100 mil euros, não foi só em portugal com o bpn e bpp. Quanto a mim essa garantia sacralizada, não se sabe se numa situação real de crise e de corrida aos depositos em caso de ameaça de falencia funcionará, mas tem o condão de manter uma certa calma nos pequenos aforradores evitando tal precipitação ao minimo sobressalto.

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  6. sim, tenho ouvido comentários de preocupação sobre a possibilidade de intervenção nas pequenas poupanças. veremos...

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