Na verdade, quem condena não sabe que se está condenando a si mesmo - a alguma parte de si, oculta em sua própria sombra-; quem se identifica com o outro, para além do que este faça ou deixe de fazer, vive na consciência de que todos somos um, na identidade maior que nos constitui. Esse nível de consciência é o que permite transformar as condenações em compaixão e, além do mais, em humanidade. [daqui]
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