Olá, Diogo. :) não sei se conheces a história de vida (e concretamente como morreu) este poeta. é extraordinária. No caso concreto acho que a vida "ditava" a poesia.
há uns bons anos tomei contacto com a poesia de Daniel Faria, por causa de um artigo no suplemento do jornal Público. Já ele tinha morrido. O artigo contava a trajectória de vida o ir para o mosteiro de Singeverga...e o que me impressionou foi a leitura da poesia e a forma como morreu (durante a noite levantou-se, escorregou, bateu com a cabeça e veio a morrer por causa disso), talvez hoje isso já não me "toque" tanto, mas lê isto (mas há muito mais):
"O meu projecto de morrer é o meu ofício Esperar é um modo de chegares Um modo de te amar dentro do tempo"
Já vi uma crítica a um livro deste «poeta» (está entre aspas para não ser redutor) muito mimalha. Este texto é bom.
ResponderEliminarOlá, Diogo. :) não sei se conheces a história de vida (e concretamente como morreu) este poeta. é extraordinária. No caso concreto acho que a vida "ditava" a poesia.
EliminarSim, sei que morreu cedo, mas pormenores da vida e morte, nada sei. Beijinhos, Maria. :)
Eliminarhá uns bons anos tomei contacto com a poesia de Daniel Faria, por causa de um artigo no suplemento do jornal Público. Já ele tinha morrido. O artigo contava a trajectória de vida o ir para o mosteiro de Singeverga...e o que me impressionou foi a leitura da poesia e a forma como morreu (durante a noite levantou-se, escorregou, bateu com a cabeça e veio a morrer por causa disso), talvez hoje isso já não me "toque" tanto, mas lê isto (mas há muito mais):
Eliminar"O meu projecto de morrer é o meu ofício
Esperar é um modo de chegares
Um modo de te amar dentro do tempo"
Beijinhos e óptima semana, Diogo :)
A crítica ao livro também é do ido 2009 ou 2010, um ano de Inverno muito frio, este último. No JL. É daí que o conheço. :)
EliminarTenha uma excelente semana e, um beijinho.
coitado do inverno, está apenas a cumprir-se... :)
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