2017-08-30



"A mesma igreja que rejeita a contracepção artificial, a interrupção voluntária da gravidez ou a adoção por casais homossexuais deveria ter como imperativo categórico o reconhecimento de que qualquer ser humano tem direito a saber quem são os seus progenitores. Mesmo que um deles seja um padre católico. Para usar expressões tão caras ao catolicismo, é um imperativo ético e moral que assim seja. Foi isso o que fez a muito tradicional e católica igreja irlandesa, cuja conferência episcopal acaba de tomar uma decisão inédita e de grande importância simbólica: todos os padres que tenham violado o voto de celibato e se tenham tornado pais devem “pôr os interesses das crianças em primeiro lugar”." 

jornal Público

[Como é que a Igreja Católica ainda vai aqui (ou bem longe como acontece em Portugal)?]

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